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Cubatão inicia mapeamento de trilhas na Mata Atlântica

http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,cubatao-inicia-mapeamento-de-trilhas-na-mata-atlantica,747920,0.htm  

21 de julho de 2011 | 9h 22

O Estado de S.Paulo

A Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Cubatão, na Baixada Santista, começou ontem a realizar o mapeamento geográfico e fotográfico de todas as trilhas e braços de rios do município.

O trabalho é realizado em parceria com o Corpo de Bombeiros e deverá ser concluído em dois meses. O mapeamento tem três objetivos: segurança, ecoturismo e pesquisa.

A intenção é coletar informações detalhadas dos locais para que os bombeiros possam realizar mais rapidamente o resgate de pessoas que se perdem na mata – neste ano foram registradas ocorrências envolvendo 20 pessoas. Os dados devem ajudar também a desenvolver roteiros ecoturísticos monitorados pela prefeitura e catalogar lugares que poderão ser utilizados em pesquisas científicas e em medições de índices de degradação ambiental.

Atualmente, a prefeitura de Cubatão desconhece o número exato de quilômetros de trilhas existentes no município, sejam em manguezais ou nas florestas de Mata Atlântica, ao pé e na subida da Serra do Mar. Mas cita as trilhas de Parque do Perequê, Itutinga Pilões, Parque do Quilombo e Trilha do Diabo como as mais utilizadas. / ANDREA VIALLI e REJANE LIMA

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Excelente iniciativa da Prefeitura de Cubatão! Esse é um processo fundamental de auto-conhecimento do meio ambiente local que possibilitará compreender a riqueza que a Cidade tem nas mãos. A partir daí, todas as ações com foco na Mata Atlântica serão facilitadas, inclusive o fortalecimento do ecoturismo, que é fundamental dentro do processo de mudança da imagem de Cubatão, ainda arranhada pelo descuido ambiental de outrora.

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Lixo pode virar energia em Cubatão

Indústria – E-1
Sexta-feira, 17 de junho de 2011

http://www.atribuna.com.br

Emae encerra em setembro estudos para instalação de usina de tratamento de detritos para produção de eletricidade em 2013

MARCELO SANTOS
DA REDAÇÃO

A Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae) pretende instalar em Cubatão, até 2013, uma usina de lixo para produção de energia elétrica. Segundo o diretor-presidente da empresa, Antônio Bolognesi, os estudos de viabilidade econômica para o projeto começaram há um ano e devem ser concluídos em setembro.

Emseguida, a empresa fará o Estudo de Impacto Ambiental (EIA-Rima). Aprevisão é investir R$ 480 milhões no projeto para tratamento de 2 mil toneladas de lixo por dia.

Na cidade do Porto, em Portugal, uma usina semelhante consegue fornecer energia para 150 mil habitantes a partir de mil toneladas de detritos/dia. Cubatão tem 118 mil moradores.

O presidente da Emae afirma que o objetivo é atender as nove cidades da Baixada Santista. A usina receberia também o lixo das indústrias de Cubatão (escritórios, refeitórios e industrial). Algumas delas, como a Usiminas, já dão destino aos descartes industriais. A siderúrgica recicla uma parte e o restante é vendido como subproduto do aço.

“Fizemos estudos para estruturação do negócio para tratamento de resíduos sólidos e estamos avaliando os custos e a disponibilidade tecnológica”, afirma ele. A Emae ainda não tem uma área em vista. A empresa é dona em Cubatão da Usina Henry Borden, onde está a Vila Light, mas é uma área preservada.

Após a coleta e transporte do lixo, é feito o tratamento térmico(incineração). Desse processo sai gás, que é tratado para se tornar “limpo”. Depois começa a geração de energia elétrica.

Alguns pesquisadores alegam que há emissão de gases, o que prejudica o meio ambiente (outros alegam que esse impacto é pequeno) e que a queima destrói material reciclado. Porém, entre a coleta na cidade e o transporte até a usina pode ser feita a separação.

Simultaneamente são liberadas cinzas. Esse material segue para cobertura de aterros e produção de escória e de materiais de construção, como tijolos. Outro benefício é que esse tipo de usina reduz as montanhas de lixo nos aterros comuns.

Bolognesi está preocupado com a repercussão da instalação de uma usina de lixo na região. Ele presenciou isso durante o 6º Mega Polo, evento do Sistema A Tribuna de Comunicação, em Cubatão, sexta-feira passada. O executivo falou sobre o projeto e algumas pessoas se manifestaram contra.

O presidente da Emae conta que muitos estudos mostram que uma usina dessas gera 20 vezes menos poluição que um aterro comum. Funcionários da Emae visitaram usinas na Alemanha e, segundo eles, as cinzas da incineração não têm cheiro. Já o transporte do lixo é programado também para não exalar odores ruins.

As usinas europeias não são como os aterros brasileiros, que estão em áreas periféricas, muitas vezes prejudicando o meio ambiente e os moradores vizinhos.

Na Europa, elas ficam em áreas valorizadas e têm projeto arquitetônico arrojado. Por exemplo, há uma próxima à Torre Eiffel, em Paris, e em Mônaco, o metro quadrado mais caro do mundo, com vista para o Mediterrâneo. Em Barcelona, na Espanha, fica de frente para a praia.

Brasil investe muito pouco na tecnologia

Segundo o site Usina Verde, 360 mil toneladas por dia de lixo são tratadas no mundo, em 750 usinas de incineração com recuperação de energia. Desse total 588 estão nos EUA, União Europeia e Japão. O restante fica na Ásia.

No Brasil, essa tecnologia é pouco utilizada. No Rio de Janeiro, uma usina já está em funcionamento em parceria com a UFRJ. Já a canadense Naanovo Clean Energy planeja instalar sua primeira unidade no País. Ela estuda áreas em cinco estados.

A produção de energia a partir do lixo já é feita em Barcelona, na Espanha, e Porto, em Portugal. As duas usinas receberam no mês passado uma comitiva do Fórum da Indústria da Construção de Santos e Região (Ficon), uma iniciativa do Sistema A Tribuna de Comunicação.

Em Portugal, as 22 cidades que formam a Área Metropolitana do Porto criaram há 11 anos o Serviço Intermunicipalizado de Resíduos do Grande Porto(Lipor). O projeto custou R$ 230 milhões. O Lipor tem três usinas, sendo que a maior fica em Maia, produzindo 25 megawatts por hora (MW/h) para150 mil habitantes.

A empresa, que é 100% estatal, vende R$ 3,4 milhões por mês em energia elétrica e sucata. A grande vantagem é que após 11 anos de atividades os 4 milhões de toneladas de resíduos incinerados não foram para os aterros comuns.

Se isso tivesse ocorrido, segundo o Lipor, o lixo ocuparia um estádio de futebol com uma montanha de 300 metros de altura. O tratamento de resíduos custa R$ 108,10 a tonelada, valor alto para as cidades que hoje enfrentam séria crise econômica.

Em Barcelona, a empresa Ros Roca criou o Ecoparc, com três usinas para produção de gás para eletricidade. Foram investidos R$ 64,4 milhões. O transporte do lixo até as usinas é feito por meio de megaventiladores automatizados de tubulações, dispensando caminhões.

Bactérias decompõem a matéria orgânica em 20 dias ou se alimentam das partículas de odor, eliminando o mau cheiro. Durante essa alimentação, ocorre a produção do gás metano que, purificado, é remetido à rede de gás natural. O metano também abastece os veículos da empresa.

A produção garante energia elétrica para 50 mil habitantes e calefação dos imóveis no inverno, há aquecimento e, no verão, esfriamento. Porém, o raio de ação do Ecoparc é pequeno para os 1,6 milhão de habitantes de Barcelona. Só 5% são atendidos. A infraestrutura exigida, que são as tubulações, impede uma maior velocidade na implantação desse sistema. A extensão atual é de apenas dois quilômetros.

O custo também é outro empecilho ­ o dobro do verificado em Porto.O recolhimento de lixo sai de R$184,00 a R$230,00 a tonelada. A reciclagem ajuda a pagar parte da despesa pelo serviço, estimada em R$ 6,7 milhões por ano.

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E aí, o que acham dessa ideia?

Acessem, comentem e repliquem!

Até.

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Voluntários do Rio é apresentado na Mostra Fiesp

http://www.atribuna.com.br

E-4
Indústria
A TRIBUNA
Sexta-feira. 27 de agosto de 2010.

DA REDAÇÃO

O projeto Voluntários do Rio, desenvolvido pela Carbocloro, foi um dos casos de destaque de procedimentos bem-sucedidos na relação indústria-comunidade durante a 4ª edição da Mostra de Responsabilidade Socioambiental da Fiesp/ Ciesp realizado de terça a quinta-feira desta semana, em São Paulo.

Apresentado no painel da Fiesp por Sylvia Vieira, do setor de Comunicação da Carbocloro, o projeto se inseriu no slogan Eu mergulho nesta idéia, com o objetivo de promover a limpeza do entorno dos rios Cascalho, Casqueiro e Cubatão, a fim de evitar o descarte inadequado dos resíduos para os cursos d’água.

Em 2009, em cinco dias de trabalho voluntário de estudantes e funcionários da Carbocloro, com apoio do Painel Consultivo Comunitário da empresa, foram coletadas cinco toneladas de lixo retirado dasmargens dos rios. Como saldo da campanha ficou a conscientização de 1.300 pessoas (destacando alunos das quartas séries do Ensino Fundamental). E, também, o impacto indireto em um universo de 4mil pessoas, formando agentes multiplicadores, com a utilização de material didático e a realização de peças teatrais e oficinas de reciclagem.

USIMINAS
O assessor de Sustentabilidade da Usiminas, André Chaves de Andrade, também falou sobre o compromisso da empresa com as comunidades de Minas Gerais e da Baixada Santista, durante a Mostra.
A Usiminas mantém uma série de projetos que contribuem para a melhoria da qualidade de vida, preservação do meio ambiente e inclusão social. Na Baixada Santista, conta com duas iniciativas sociais ­ Usiminas na Escola e o Projeto Mantiqueira ­ além de programas culturais e esportivos patrocinados por meio das leis federais e estaduais de incentivo.

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Pesquisa em Santos vai estudar se limpeza das praias mata biota marinha

http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,pesquisa-em-santos-vai-estudar-se-limpeza-das-praias-mata-biota-marinha,590321,0.htm

A ideia é testar a hipótese de que o equipamento usado estaria contribuindo com o desaparecimento da vida

04 de agosto de 2010 | 15h 05
Rejane Lima, da Agência Estado

A Prefeitura de Santos pretende suspender o uso de rastelos (instrumentos com uma grade com dentes) que, presos a um pequeno trator, realizam a limpeza da areia em um trecho da praia. A ideia é testar a hipótese de que o equipamento estaria contribuindo com o desaparecimento da biota marinha (organismos como conchas, moluscos e pequenos crustáceos) cuja presença é cada vez mais rara a beira mar.

“Ainda não há uma pesquisa científica que comprove o desaparecimento dessa biota marinha, mas essa é uma impressão da comunidade”, afirmou o Secretário Municipal do Meio Ambiente, Fábio Alexandre Nunes, que acredita na possibilidade de os rastelos, utilizados desde 1996, terem retirado ao longo dos últimos anos parte da fauna marinha junto com o lixo.

Professor de biologia, Fábio pretende aproximar a comunidade científica do problema e através de parcerias com universidades testar a hipótese em um trecho da praia. “Poderíamos substituir o uso do rastelo pela limpeza manual em um trecho entre dois canais, por exemplo (entre 650 e 1050 metros) em um período de seis meses a um ano para testar se essa fauna retornaria”, afirma o secretário, explicando que o período é suficiente para tal comprovação, levando em conta o ciclo de vida dessas espécies.

O secretário explica que a Secretaria Municipal de Meio Ambiente estuda há quatro meses possibilidades de aprimorar o plano de manejo das praias, que após a intervenção do homem e das construções dos canais, há cem anos, requer um trabalho específico de limpeza e gestão do assoreamento.

“Nosso objetivo de ampliar o conceito de balneabilidade de todo o contexto da praia, analisando a possibilidade de recuperação desse ambiente marinho, para atrair mais peixes, aves, toda a fauna”, disse o professor, completando que, como a praia é democrática, a intenção é realizar audiências públicas para que toda a sociedade possa “dar pitacos” nessa transformação.
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Continuem acessando e divulgando esse espaço.
Até breve!

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As belezas da Laje de Santos

Boa matéria veiculada em 15 de janeiro de 2010 no Diário Ecologia, da TV Globo, apresentando a Laje de Santos e suas belezas naturais, além de mostrar o trabalho que é feito pelo Instituto Laje Viva.

Por enquanto é só!
Até breve.

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Dia Mundial da água em foco

Fonte essencial de vida, a água é o motivo de uma crescente preocupação mundial. Em muitos recantos do mundo, ela praticamente inexiste, em outros, como na Baixada Santista, segundo reportagem abaixo, ainda acontece muito desperdício e um alto consumo desnecessário.

Escassez de água é uma ameaça

A-6
Baixada Santista
A Tribuna – Segunda-feira, 22 março de 2010
http://www.atribuna.com.br

ANDREA RIFER
DA REDAÇÃO
Apesar de a Organização Mundial da Saúde (OMS) considerar desperdício o uso acima de 150 litros de água diários por habitante, na Baixada Santista se consome mais que o dobro do necessário. Segundo a Sabesp, o consumo médio diário por morador da região é de 350 litros e, em períodos de alta temporada, chega a 450 litros.

A produção de água na região em 2009 foi de 17 bilhões de litros de água por mês, em média. Essa quantidade seria suficiente para abastecer apenas 1 milhão 619 mil moradores, número inferior ao da população atual (1 milhão 687 mil pessoas).

Isso significa que a água ­ esse tesouro que parece inesgotável, cujo dia internacional transcorre hoje ­ pode se tornar insuficiente. Na região, por exemplo, com a expectativa de expansão do setor portuário e de atividades geradas pelas descobertas de gás e petróleo nos próximos anos, não é impossível que a demanda pelo recurso hídrico se torne incompatível com a oferta. Ainda mais considerando que o crescimento das atividades econômicas inevitavelmente vai gerar aumento da população.

Em cidades como Praia Grande e Guarujá, por exemplo,nas quais projeções populacionais da própria Sabesp mostram que aumento do número de moradores será mais acentuado, há necessidade de buscar novas fontes desse recurso.

O mesmo acontece em mais duas cidades, conforme o Atlas do Abastecimento Urbano. O diagnóstico elaborado pela Agência Nacional de Águas (ANA) mostra que em quatro das nove cidades da região (além de Guarujá e Praia Grande, também São Vicente e Bertioga), é preciso encontrar novos mananciais ou ampliar os sistemas já existentes a fim de atender a demanda urbana.

Por todo esse cenário, o secretário executivo do Comitê da Bacia Hidrográfica da Baixada Santista (CBH-BS), José Luiz Gava, acredita que um dos principais desafios da entidade é “planejar o futuro de forma que o consumo de água não se torne um limitador para o crescimento da Região”.

Caso isso não aconteça, Gava, que é diretor regional do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE), não descarta a possibilidade de que, no futuro, a Baixada Santista venha a ser considerada uma bacia crítica.

PARA OS PRÓXIMOS ANOS
Apesar dos números atuais e das previsões populacionais, a Sabesp explica que o sistema em funcionamento permite ampliar a produção quando há maior demanda como, por exemplo, durante a temporada. Nesse período, a população chega a quase triplicar com a presença de turistas.

Além disso, o sistema em funcionamento possibilita que a água seja enviada de uma cidade para outra. Para atender à demanda futura, a empresa está realizando obras previstas para os próximos cinco anos, com investimentos de mais de R$ 530 milhões.

Em execução, estão quatro novas Estações de Tratamento de Água (ETAs) ­ Mambu, em Itanhaém; Jurubatuba, em Guarujá; Boraceia, em Bertioga; e Itu, em São Vicente ­, além de melhorias para a eficiência operacional da ETA Cubatão, considerada o coração do sistema produtor de água da Baixada.

“O Sistema Mambu, localizado em Itanhaém, vai permitir uma maior disponibilidade hídrica naregiãocentral, vistoque não será mais necessário enviar água da ETA Cubatão para Praia Grande, por exemplo, e da mesma forma, será possível trazer água de Mambu paraSantos.Issogaranteapossibilidade de operar o sistema de abastecimento de várias formas”, diz o superintendente da Sabesp na Baixada Santista,Joaquim Hornink Filho.
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Por hoje é só!!!
Cuidem e preservem a água.

Acessem, comentem e divulguem esse espaço.
Até breve.

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