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Concurso de redação e oficina de reciclagem movimentam escolas em outubro

 Confira as primeiras imagens das oficinas de reciclagem que estão sendo realizadas nas escolas de Cubatão 
Instrutores mostram como reaproveitar materiais que iriam para o lixo

Instrutores mostram como reaproveitar materiais que iriam para o lixo

Por Renato Silvestre

O Voluntários do Rio continua em ação. Teve início em 21 de setembro e vai até 26 de outubro as oficinas de reciclagem, parte de grande destaque dentro do projeto. Até o momento quatro escolas já foram contempladas com essa ação e nessa semana a atividade será realizada na U.M.E. Padre José de Anchieta.

Paralelamente, um concurso de redação também é desenvolvido com os alunos – uma maneira essencial de se perceber o quanto as crianças se sensibilizaram com as questões ambientais que estão à sua volta. Os vencedores farão um passeio pelos rios e mangues de Cubatão.

Balanço

Um mês após o Voluntários do Rio ser lançado pelo Conselho Comunitário Consultivo Carbocloro, alguns importantes resultados já podem ser considerados e relembrados. O Canoaço, que foi o evento inicial do projeto, realizado em 13 de setembro, levou cerca de 300 pessoas aos rios e mangues de Cubatão. Todos puderam ver de perto as belezas dessa região, assim como, o lixo que é, inadequadamente, descartado todos os dias pela população.

Em cerca de duas horas, voluntários retiraram do manguezal 20 sacos de 100 litros de lixo, além disso, plantaram 150 mudas de rizoforas – plantas típicas do mangue. O saldo da primeira semana de coleta de resíduos dos rios Casqueiro, Cascalho e Cubatão foi o recolhimento de 5 toneladas de lixo.

Ainda no mês de setembro o projeto entrou na fase de conscientização. Por meio da peça “Quase no quintal de casa”, cerca de 800 crianças da rede municipal de ensino (4ª das escolas Antonio Ortega Domingues, Padre Antonio Olivieri, João Ramalho, Rui Barbosa e Padre José de Anchieta) puderam refletir sobre o impacto das ações humanas no meio ambiente.

O espetáculo teatral foi especialmente desenvolvido para essa ação do Voluntários do Rio e buscou atingir especialmente as crianças que vivem próximas aos mangues da cidade. Uma cartilha com o conteúdo da peça também foi entregue aos alunos. A expectativa é atingir cerca de 3600 pessoas de forma indireta, considerando familiares e amigos das crianças.

Em breve mais images das oficinas, a divulgação dos nomes dos vencedores do concurso de redação e mais detalhes sobre o andamento do projeto. 

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Confira imagens da peça “Quase no quintal de casa”!

“Fui no mangue catar lixo, pegar caranguejo e conversar com urubu”. A consciência do poeta e músico Chico Science com a preservação da cultura e do meio ambiente de sua terra natal foi a marca principal de sua carreira. Mudam os tempos, a época e o local, mas o pensamento deve permanecer o mesmo: preservar a cultura, a história e o meio ambiente é dever de cada um. Somente dessa maneira a vida humana será, também, preservada. 

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“Quase no quintal de casa” é bem avaliada ao final da semana de apresentações

Crianças assistiram atentamente as apresentações

Crianças assistiram atentamente as apresentações

Por Renato Silvestre

 

Ao som da banda Chico Science & Nação Zumbi – famosa por ter sido a precursora do Movimento Manguebit, que buscava popularizar a cultura regional pernambucana, mesclando essa a elementos da cultura pop mundial, no início dos anos 90 –, é dessa maneira que a peça “Quase no quintal de casa” se inicia.

Com perfil jovem e animado, o espetáculo teatral conta a história do caranguejo Caco, da guará Gilda, do mão pelada Luva e do garoto Naldo, que vivem paralelos intrigantes. Enquanto os animais buscam uma solução para melhorar o ambiente que vivem, Naldo precisa fazer um trabalho escolar sobre o mangue e os rios da cidade onde mora.

Os caminhos deles se cruzam quando os animais indignados resolvem entrar em contato com o menino, conscientizá-lo, e usá-lo como forma de propagação de uma busca coletiva pela melhoria daquele ecossistema. A história ainda traz a mãe e a namorada de Naldo, que dão um toque especial de humor ao espetáculo.

Buscando interação contínua com os espectadores, a peça, que foi levada a cerca de 800 alunos da 4ª série da rede municipal de ensino de Cubatão ao longo dessa última semana, teve um ótimo resultado, ao menos é o que garante o coordenador do Projeto Voluntários do Rio, o ambientalista, fotógrafo e membro do Conselho Comunitário Consultivo Carbocloro, Rolando Roebbelen. “Foi maravilhoso! Dá pra gente perceber exatamente o quanto é importante a educação. A garotada entendeu o recado, eles mostraram que gostam de teatro e entenderam, também, que é preciso limpar os manguezais e limpar a cidade como um todo”, analisou.

Para Roebbelen, as crianças poderão ajudar na conscientização dos pais e amigos. “Crianças dessa idade são extremamente receptivas, conseguem assimilar perfeitamente o recado, e dar sequência a idéia, que é o que, na realidade, o Voluntários do Rio pretende. Queremos que as crianças levem pra suas casas essa mensagem e que dividam com as suas famílias”, disse.

Para a aluna da 4ª série do ensino fundamental na U.M.E. Padre José de Anchieta, Taís Nogueira, 11 anos, a peça conseguiu levar uma mensagem positiva. “Achei muito legal a peça. Falou sobre o meio ambiente e a gente já está estudando muito sobre isso. Aprendi e nunca mais vou jogar lixo na rua”, afirmou.

Lucimere Cordeiro Magalhães, coordenadora pedagógica da escola, que recebeu a peça nessa sexta-feira (25/09), se mostrou contente e disse, também, acreditar no poder das crianças para a mudança de comportamento dos pais. “Eu fiquei super contente em receber o Voluntários do Rio, porque falar de meio ambiente é algo que está dentro do projeto da escola. As crianças são multiplicadores, o que eles aprendem na escola levam pra casa e passam para os pais. Com a situação que está hoje nos mangues, rios e praias, é nossa responsabilidade de mudar e é somente com a educação que se pode e se vai mudar”, finalizou.

 

Mais imagens da peça na próxima atualização.

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