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Cubatão inicia mapeamento de trilhas na Mata Atlântica

http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,cubatao-inicia-mapeamento-de-trilhas-na-mata-atlantica,747920,0.htm  

21 de julho de 2011 | 9h 22

O Estado de S.Paulo

A Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Cubatão, na Baixada Santista, começou ontem a realizar o mapeamento geográfico e fotográfico de todas as trilhas e braços de rios do município.

O trabalho é realizado em parceria com o Corpo de Bombeiros e deverá ser concluído em dois meses. O mapeamento tem três objetivos: segurança, ecoturismo e pesquisa.

A intenção é coletar informações detalhadas dos locais para que os bombeiros possam realizar mais rapidamente o resgate de pessoas que se perdem na mata – neste ano foram registradas ocorrências envolvendo 20 pessoas. Os dados devem ajudar também a desenvolver roteiros ecoturísticos monitorados pela prefeitura e catalogar lugares que poderão ser utilizados em pesquisas científicas e em medições de índices de degradação ambiental.

Atualmente, a prefeitura de Cubatão desconhece o número exato de quilômetros de trilhas existentes no município, sejam em manguezais ou nas florestas de Mata Atlântica, ao pé e na subida da Serra do Mar. Mas cita as trilhas de Parque do Perequê, Itutinga Pilões, Parque do Quilombo e Trilha do Diabo como as mais utilizadas. / ANDREA VIALLI e REJANE LIMA

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Excelente iniciativa da Prefeitura de Cubatão! Esse é um processo fundamental de auto-conhecimento do meio ambiente local que possibilitará compreender a riqueza que a Cidade tem nas mãos. A partir daí, todas as ações com foco na Mata Atlântica serão facilitadas, inclusive o fortalecimento do ecoturismo, que é fundamental dentro do processo de mudança da imagem de Cubatão, ainda arranhada pelo descuido ambiental de outrora.

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IBGE: resta apenas 10% da cobertura original de Mata Atlântica

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4654160-EI306,00-IBGE+resta+apenas+da+cobertura+original+de+Mata+Atlantica.html

01 de setembro de 2010 • 10h38 • atualizado às 11h30

Redação Terra

A pesquisa Indicadores de Desenvolvimento Sustentável 2010 (IDS-2010) mostra que, até 2008, restava apenas 10% da cobertura de Mata Atlântica original do Brasil. Entre 2005 e 2008, teriam sido derrubados 1.028 km² de vegetação, deixando em situação ainda mais grave um dos biomas mais ameaçados do mundo, que agora tem área remanescente de 133 mil km².

O IDS-2010 é um estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciado em 2002, para monitorar se os princípios formulados na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio em 1992, estão sendo cumpridos.

Outro ecossistema devastado nos últimos anos foi o cerrado. O segundo maior bioma brasileiro, que abrange as savanas do centro do país, teve sua cobertura vegetal reduzida à metade, conforme o IBGE. Até 2008, a cobertura original de 2.038.953 km² caiu para 1.052.708 km². Entre 2002 e 2008, os Estados que apresentaram maior área desmatada foram Mato Grosso (17.598 km²), Maranhão (14.825 km²) e Tocantins (12.198 km²).

Entre 2002 e o último registo do IDS, foram 85 mil km2 (4,2% do total) destruídos, segundo dados do Centro de Sensoriamento Remoto do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (CSR/Ibama) em conjunto com o Ministério do Meio Ambiente. O percentual de área desmatada neste bioma é maior que o verificado na Floresta Amazônica.

Amazônia tem redução no desmatamento
Após um período de crescimento quase contínuo da taxa anual de desflorestamento na Amazônia Legal (Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará, Amapá, Tocantins, Maranhão e Mato Grosso), entre 1997 (13.227 km² ao ano) e 2004 (27.423 km²), o valor tem se reduzido nos últimos cinco anos, de acordo com dados do Inpe.

Estimativas preliminares do IBGE indicam uma área desflorestada de 7 mil km² em 2009, 74% menor que a destruição em 2004. A área total depredada da Amazônia, que até 1991 era de 8,4% (426.400 km²), chegou a 14,6% (739.928 km²) no ano passado.
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Perequê recebe estudantes em Dia Mundial da Água

Alunos de Cubatão visitaram o parque em evento promovido como comemoração ao Dia Mundial da Água. 

Trecho do Rio Perequê dentro do parque em Cubatão

 Por Renato Silvestre  

No Dia Mundial da Água, comemorado nessa segunda-feira, o Parque Ecológico do Perequê, em Cubatão, se tornou sala de aula. Mais de 60 alunos do curso Técnico de Meio Ambiente da ETEC, do ensino fundamental da Unidade Municipal de Ensino João Ramalho e do programa PJ+ do CEPEMA, puderam curtir a natureza e respirar o ar puro em uma trilha no meio da mata. 

Além da trilha, com cerca de 500 metros, os alunos receberam orientações práticas sobre a fauna e a flora do local, conheceram ainda mais detalhes sobre a mata atlântica, a história do parque, através de sua pedra fundamental, e o futuro viveiro de mudas. “É muito bom poder mostrar as belezas naturais do parque para esses jovens. Quanto mais pessoas tiverem conhecimento e cuidado com o meio ambiente melhor será para todos”, disse Wellington Pinheiro, que foi um dos responsáveis por guiar os alunos no parque. 

Para a professora da UME João Ramalho, Luciana Rosa, a atividade faz com que os alunos passem a conhecer e respeitar mais o local onde vivem. “Os alunos passam a tomar conhecimento dessa área de natureza que muito deles não tinham noção de como era, mesmo sendo moradores da cidade. Foi muito bom, também, por ressaltar a importância da água. Eles puderam aproveitar a água limpa, gelada e ter esse contato gostoso com o meio ambiente”, contou. 

Já Reginaldo Ribeiro, professor da ETEC, valorizou a oportunidade de mostrar em uma aula de campo a importância da preservação do meio ambiente. “A proposta da ETEC foi fazer nesse dia uma aula prática, de estudo do meio, justamente para ressaltar a importância de se preservar a natureza e a fonte maior de vida, que é a água. Além disso, frisamos a importância de que cada um leve e multiplique a consciência ambiental”, explicou. 

O evento foi promovido pelo Parque Ecológico do Perequê, com apoio do Centro Guará Vermelho, Secretaria de Meio Ambiente de Cubatão, Instituto Florestal e ONG Sabiá Vivo.  

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Até breve!

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