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Casa sustentável ajuda a economizar

http://delas.ig.com.br/casa/servicos/casa+sustentavel+ajuda+a+economizar/n1597159364239.html

19 mudanças simples que podem tornar sua casa mais ecológica e ajudar a reduzir os gastos

Juliana Bianchi, iG São Paulo 05/09/2011 07:58

Ter uma casa mais sustentável contribui não só para o meio-ambiente, mas também para o seu bolso. Muitas vezes, mudanças de hábitos simples podem fazer uma enorme diferença nas contas de luz e água no fim do mês, além de deixar sua consciência com o futuro do planeta mais leve.

Confira 19 dicas fáceis de serem implementadas no seu dia a dia que, certamente, lhe trarão grandes benefícios.

1- Durante o dia, evite acender lâmpadas. Aproveite a luz natural para iluminar e arejar os cômodos. Essa simples medida por reduzir até 10% da conta de energia elétrica.

2- Abrir as janelas também ajuda a arejar a casa, o que pode prevenir o aparecimento de mofos e alergias. O que também minimiza a necessidade de ar-condicionado.

3- Use cores claras nas paredes. Elas rebatem melhor a luz natural e retêm menos calor.

4- Troque as lâmpadas incandescentes por fluorescentes, que gastam até 80% menos energia, ou LED. O valor é mais alto, mas vale o investimento.

5- Evite dormir com a TV ligada e desligue-a quando não estiver no ambiente. Dê preferência a aparelhos com timer ou função de desligamento automático.

6- Não use o forno de micro-ondas como relógio. Quando não estiver usando, tire-o da tomada. O mesmo vale para outros equipamentos que trabalham em stand-by. Apesar do consumo ser menor, isso também gasta energia.

7- Se morar em casa, faça captação de águas pluviais para molhar as plantas, reutilizar nas descargas ou limpar o quintal e calçadas.

8- Evite ligar a máquina de lavar com pouca roupa. Um aparelho com capacidade para 5 kg utiliza 135 litros de água por lavagem, independente se está cheia ou não, então, prefira acumular roupa para fazer melhor uso dessa água.

9- Reutilize a água da máquina de lavar na descarga.

10- Na hora de lavar louça, utilize uma bacia com água para ajudar a “amolecer a sujeira” e outra com água limpa para o enxágue. Lembre-se que cada minuto de torneira aberta pode significar o desperdício de 12 a 20 litros de água por minuto.

11- Dê preferência a torneiras com arejadores. Elas misturam ar à água, dando a sensação de maior volume e pressão, e economizam até 50% de água.

12- Não jogue óleo na pia. Isso gera uma massa compacta de detritos que entope as tubulações e contribui para inundações. Sem falar que dificulta e encarece o tratamento da água. Recolha o óleo usado em vidros e encaminhe-o para reciclagem.

13- Reduza o tempo de torneira aberta também quando for escovar os dentes. Utilizar um copo para enxaguar a boca pode economizar até três litros da água utilizada no banheiro.

14- Tome banhos rápidos. Um minuto a menos debaixo do chuveiro pode significar a economia de três a seis litros de água.

15- Dê preferência a vasos sanitários com caixas acopladas e descargas com acionamento de dois tempos (que libera diferentes quantidades de água). Elas podem reduzir de 50% a 75% do consumo de água a cada acionamento em comparação às válvulas do tipo Hydra.

16- Substitua as sacolas plásticas pelas de papel, que de degradam mais fácil na natureza. Isso vale para o lixo e para as compras do supermercado, onde você pode valer-se de charmosas e práticas eco-bags.

17- Para descer ou subir poucos andares, use as escadas. Além de economizar energia, você queima calorias e poupa com a academia.

18- Faça a separação do lixo doméstico em papel, vidro, plástico e metal e deposite-os em postos de reciclagem. Isso ajuda a reduzir a extração de matéria-prima e o acúmulo de detritos em aterros e lixões.

19- Compre produtos da estação. Por precisarem de menos agrotóxicos, eles farão melhor à sua saúde e certamente terão poluído menos o solo. Além de tudo, são mais baratos.

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Olha aí pessoal.
Ótima matéria e dicas excelentes!
Até breve.
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A economia e a vida no planeta

Em palestra, o economista Hugo Penteado, afirma que seus colegas de profissão cometeram um erro crasso ao esquecer de levar em conta que os recursos naturais são finitos. Um verdadeiro alerta para a humanidade, que precisa aprender a viver em equilíbrio, valorizando a própria vida e das demais espécies animais e vegetais.

Por hoje é isso.

Até breve!

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Cidades já consomem 70% dos recursos naturais do planeta

http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2010/09/10/60173-cidades-ja-consomem-70-dos-recursos-naturais-do-planeta.html

Dados da Organização das Nações Unidas constatam que mais da metade da população mundial está nas cidades e já é responsável pelo consumo de 70% de todos os recursos que o homem retira da natureza. Até 2050, com a estimativa de que a população do planeta supere 9,2 bilhões, a Terra terá 6 bilhões de habitantes, quase 90% da população atual, vivendo no espaço urbano. Diante desses números, governos estaduais, prefeituras e comunidades precisam reconhecer o valor do capital natural (água, solo, biodiversidade). Os formuladores de políticas públicas têm razões de sobra para tentar encontrar, o mais rápido possível, soluções de combate à degradação dos ecossistemas e minimização da perda da biodiversidade.

O alerta está no relatório “A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade para Políticas Locais e Regionais (TEEB, sigla em inglês)”, lançado simultaneamente no Brasil, em workshop realizado nesta quinta-feira (9) em Curitiba (PR), na Bélgica, Índia, Japão e na África do Sul. Nele, 140 especialistas das áreas de ciência, economia e política de mais de 40 países concluíram que os serviços ambientais podem impulsionar as economias locais, gerar milhões de novos empregos e melhorar a qualidade de vida nas cidades.

Segundo o diretor do Departamento de Biodiversidade do MMA, Bráulio Dias, que representou a ministra Izabella Teixeira no encontro, o relatório “é importante para que os gestores públicos reconheçam o valor econômico da biodiversidade”. Para ele, o documento pode ajudar na solução do impasse entre preservação ambiental e desenvolvimento econômico. “Mostra (o TEEB) que os serviços ambientais têm o papel de reduzir os impactos ecológicos do desenvolvimento”.

O documento reconhece e recorre a dados e exemplos para demonstrar que ecologia e economia não só podem, como devem, caminhar juntas nas políticas públicas. O relatório levanta, principalmente, a questão de valoração e impacto do uso e preservação dos recursos naturais. Os atuais níveis da pegada ecológica e social, nome que os especialistas dão aos recursos naturais necessários para que cada ser humano viva, devem ser incluídos nas contas de planejamento das economias locais. Bráulio cita como exemplos recentes enchentes e desmoronamentos no Brasil com prejuízos econômicos elevados, e bem superiores ao que seria gasto com medidas de preservação do meio ambiente.

O relatório chama a atenção em três aspectos para as quais as políticas públicas precisam estar voltada: a distribuição dos benefícios da natureza, o uso do conhecimento científico disponível e o engajamento dos gestores e das comunidades envolvidas nas ações de preservação. O relatório estuda, ainda, áreas protegidas e o aumento dos benefícios locais da conservação, e dá orientações sobre os incentivos de recompensa da boa administração de capital natural local, tais como sistemas de pagamento localmente adaptados por serviços ambientais, certificação e rotulagem.

Esse é o primeiro de uma série de cinco relatórios, que serão levados à Convenção da Biodiversidade (COP-10) em Nagoya, no Japão. Ele contribui também para o Atlas Ambiental online da Agência Europeia de Meio Ambiente, com estudos de vários esforços que já vêm sendo feitos para associar ecossistemas e a biodiversidade nas iniciativas de políticas locais. Segundo Achim Steiner, diretor executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, um dos organismos que realizam o workshop, alguns governos locais já acordaram para o problema da preservação ambiental e têm adotado as medidas necessárias, com ganhos para suas economias locais. “Mas muitos ainda precisam aderir”, acredita. (Fonte: Paulenir Constâncio/ MMA)
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Continuem acessando e divulgando.
Até breve.

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Na Rota do Lixo – Parte 1

Começo a postar uma série de vídeos do programa A Liga, da Band, sobre o lixo nas grandes cidades. O programa foi exibido em 1º de junho de 2010 e mostra um bom retrata da situação atual. Aproveitem:

É isso.
Comentem a vontade.
Até breve.

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Consumo consciente pode ajudar a economia e o planeta

Entrevista do consultor Lucas Copelli ao UOL Economia. Ele afirma que pequenas mudanças de hábito podem trazer diversos benefícios para a economia e o meio ambiente.

É isso.
Continuem acessando, divulgando e comentando.

Até breve!

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Brasil pode economizar R$ 8 bilhões com reciclagem

http://www.dgabc.com.br/News/5810839/brasil-pode-economizar-r-8-bilhoes-com-reciclagem.aspx

sábado, 15 de maio de 2010 15:20
Da Agência Brasil

Um levantamento do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), divulgado na última sexta-feira, mostra que o Brasil poderia economizar cerca de R$ 8 bilhões por ano se reciclasse todos os resíduos que são encaminhados aos lixões e aterros sanitários.

Atualmente, a economia gerada com a atividade de reciclagem varia de R$ 1,5 bilhões a R$ 3 bilhões anualmente. As informações são do Ministério do Meio Ambiente. Além dos benefícios econômicos, o estudo apontou as vantagens ambientais da reciclagem.

Os dados foram apresentados durante uma reunião com as ministras Izabella Teixeira, do Meio Ambiente, Márcia Lopes, do Desenvolvimento Social, e representantes do Ministério das Cidades e da Caixa Econômica Federal.

No encontro, também foram discutidas a elevação do nível de renda dos catadores de lixo e a necessidade de estímulo à profissionalização da mão de obra. Foi anunciada ainda a criação de um grupo de trabalho para discutir as medidas legais para a implementação do Pagamento por Serviços Ambientais Urbanos.

Apenas 14% da população brasileira conta com o serviço de coleta seletiva hoje, e somente 3% dos resíduos sólidos urbanos são destinados à reciclagem.
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Reciclagem faz bem para o bolso e para o meio ambiente.
Só não vê quem não quer!

Até breve.

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Desmatamento e degradação florestal custam até US$ 4,5 tri ao ano, diz ONU

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100511/not_imp549948,0.php

11 de maio de 2010 | 0h 00

Ambiente. Relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente alerta para os impactos econômicos da perda da biodiversidade no mundo. Estudo revela que 42% das espécies de anfíbios e 40% das de aves estão com a população em declínio

Afra Balazina – O Estado de S.Paulo

Um novo relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) alerta para os impactos econômicos da perda da biodiversidade no mundo. Em âmbito global, os desmatamentos e a degradação florestal geram um custo anual entre US$ 2 trilhões e US$ 4,5 trilhões (R$ 3,6 trilhões e R$ 8,2 trilhões) – para se ter uma ideia, o valor é maior do que os prejuízos provocados pela recente crise financeira mundial.

Chamado de Terceiro Panorama Global de Biodiversidade, o estudo do Pnuma demonstra também que espécies invasoras (que podem competir com espécies nativas e danificar plantações) podem custar para a economia global US$ 1,4 trilhão (R$ 2,5 trilhões) ou mais. Somente na África subsaariana, os invasores são responsáveis por perdas anuais que somam US$ 7 bilhões (R$ 12,8 bilhões).

“Muitas economias continuam cegas para o enorme valor e papel da diversidade de animais, plantas e outras formas de vida num ecossistema saudável e funcional de florestas e água para solos, oceanos e a atmosfera”, diz Achim Steiner, diretor executivo do Pnuma.

Alguns países começam devagar a perceber a importância econômica da biodiversidade. Porém, segundo as Nações Unidas, as iniciativas precisam ganhar escala mais rapidamente.

A plantação e proteção de cerca de 12 mil hectares de mangues no Vietnã teve um custo de aproximadamente US$ 1 milhão (R$ 1.8 milhão), mas economiza gastos anuais em manutenção de diques de mais de US$ 7 milhões (R$ 12,8 milhões).

Já a China permitiu por mais de 40 anos a destruição de florestas para obter madeira para construção civil e a fabricação de móveis. Porém, o país começou a enfrentar um grave problema de desertificação, viu o Rio Amarelo praticamente morrer e passou a sofrer com enchentes devastadoras – em 1998, uma delas causou danos de bilhões de dólares.

O país decidiu, então, banir o desmatamento em 17 províncias. “Os chineses perceberam que estavam prejudicando a si mesmos, principalmente porque o produto era, em grande parte, exportado para países como Estados Unidos, Japão e Coreia”, diz Pavan Sukhdev, do Pnuma. Segundo ele, o custo real da madeira seria 129% maior do que o comercializado se os danos ambientais fossem considerados.

Em sua opinião, as empresas têm papel fundamental para evitar a perda da biodiversidade hoje. Segundo Sukhdev, há oportunidades nessa área de negócios sustentáveis: a venda mundial de alimentos orgânicos, por exemplo, teve um aumento de 203% entre 1999 e 2007 e inclui empresas como Carrefour e WalMart. Ele prepara um relatório para apresentar a executivos de médias e grandes empresas.

Extinção. O relatório indica que 42% das espécies de anfíbios e 40% das de aves estão com sua população em declínio. Afirma ainda que a população de espécies de vertebrados caiu, em média, 31% globalmente entre 1970 e 2006.

Uma queda severa ocorreu nos trópicos (59%), enquanto houve um aumento da população das espécies de locais temperados, onde quase não ocorrem mais desmatamentos para fazer pastagens e plantações.

O estudo aponta cinco principais pressões para a biodiversidade atualmente: a perda e a degradação dos hábitats (que são convertidos em plantações e, mais recentemente, para produzir biocombustível), as mudanças climáticas, a poluição, o uso insustentável (superexploração) e, por fim, as espécies invasoras.

Em uma amostra de 57 países foram achadas mais de 542 espécies invasoras com algum impacto para a biodiversidade – média de 50 por país. O número provavelmente está subestimado, já que há muitos impactos que não foram examinados e muitos países têm falta de dados.

Extinção marinha
85% dos recifes de ostras foram extintos no mundo
37% dos estuários não têm mais esse tipo de recife
14% dos estoques de peixes avaliados entraram em colapso em 2007
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Por hoje é só!
Até breve.

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