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Impacto da poluição na saúde

Segue a ultima parte da entrevista com o médico Paulo Saldiva, especialista em poluição atmosférica, e professor da USP, concedida ao site Veja.com. Ele explica como funciona o departamento de saúde ambiental na Universidade de Harvard, onde ele também leciona. Comenta algumas pesquisas da universidade. Fala também sobre os impactos da poluição para a saúde em São Paulo e conta, com humor, o que ele faria em São Paulo se fosse imperador do Brasil.



É isso!
Continuem acessando e divulgando. Comentem à vontade!

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Poluição mata mais do que a AIDS

Segue a segunda parte da entrevista com o médico Paulo Saldiva, especialista em poluição atmosférica, e professor da USP, concedida ao site Veja.com. Ele fala sobre o Rodoanel, os equívocos no planejamento da cidade de São Paulo, a relação entre pobreza e as ilhas de vulnerabilidade ambiental. Ele também explica como as pessoas morrem de poluição ambiental.

Continuem acessando, divulgando e comentando.
Até breve!

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O que é racismo ambiental?

Sigo os posts, com uma entrevista em três vídeos com o médico Paulo Saldiva, especialista em poluição atmosférica, e professor da USP, concedida ao site Veja.com. Nessa primeira parte, ele fala sobre carros e mobilidade, como o automóvel é cada vez mais inviável nas grandes cidades e interesses econômicos da indústria automobilística. Ele também explica o que é racismo ambienbal.

Continuem acessando, divulgando e comentando.
Até breve!

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Nova arma para combater a poluição

Meio Ambiente
Pesquisadores desenvolveram, em Cubatão, equipamento para detectar a presença de substâncias que tornam o ar impróprio para a saúde.
Gisela Cabral
giselacabral.df@dabr.com.br
http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/03/18/brasil4_0.asp

Brasília – A luta contra a poluição atmosférica, fundamental em tempos de combate ao aquecimento global, ganhou mais um aliado. Projeto desenvolvido em Cubatão (SP), cidade conhecida por abrigar uma grande quantidade de indústrias, deu origem a um equipamento portátil capaz de detectar a presença de substâncias que tornam o ar impróprio à saúde. Desenvolvido pelo Centro de Capacitação e Pesquisa em Meio Ambiente (Cepema), vinculado à Universidade de São Paulo (USP), o aparelho, que está em fase de testes, pode se tornar uma maneira eficaz e barata para que as indústrias identifiquem imediatamente a poluição que causam e possam, assim, corrigir o problema de forma mais rápida.

Construída dentro do projeto Lidar, sigla para Light Detection and Ranging, a máquina emite pulsos de laser na direção vertical, que sobem e retornam dependendo dos obstáculos que encontram pelo caminho. É o comportamento do feixe de luz que indica se há ou não substâncias poluentes na área. Apartir dos primeiros testes, os cientistas conseguiram obter dados como a altura da camada de poluição e a entrada de brisas marinhas na área de testes. Mas os pesquisadores pretendem ir além. A intenção, no futuro, é identificar e medir a quantidade de diferentes compostos – como monóxido de carbono (CO), dióxido de enxofre (SO2) e hidrocarbonetos – presentes no ar.

De acordo com a pesquisadora do Cepema Juliana Steffens, o equipamento consegue monitorar emissões a até 120km de distância, sem necessidade de coleta de amostras. “São feixes emitidos em poucos segundos. É tudo tão rápido que a sensação visual é de uma luz constante. A luz tem um comprimento de ondas de 532 nanômetros (um nanômetro equivale à bilionésima parte de um metro) e é visível apenas à noite”, destaca. Ela explica que as nuvens podem bloquear a passagem do laser, dificultando as análises. Por isso, as medições são feitas quando o céu está aberto. A pesquisadora explica ainda que, depois de interagir com as partículas e moléculas poluidoras na atmosfera, a luz retorna para o aparelho. Esse sinal de volta é captado por um telescópio e processado com o auxílio de equações matemáticas. Os dados são digitalizados e transformados em um relatório objetivo da composição do ar na área.
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Mais um belo trabalho desta instituição cada vez mais respeitada na Baixada Santista. É a tecnologia a serviço do meio ambiente e qualidade de vida.

Continuem acessando, comentando e divulgando esse espaço.
Até breve.

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Histórico ambiental de Cubatão em destaque

Boa matéria da TV Record Litoral que dá destaque à exposição itinerante Estudo Ambiental do Cepema-USP sobre a Qualidade do Ar em Cubatão, e ao trabalho desenvolvido pela instituição. Vale lembrar que a exposição segue rodando a cidade. Até 4 de março estará na Praça Independência, Jardim Casqueiro; de 6 a 11 de março, Bolsão 8, entrada do bairro; de 13 a 18 de março, Praça do Crevin; de 20 a 25 março, Fabril, Rua da Farmácia; e de 27 de março a 1º de abril, Vila São José, em frente ao Pamos.

Por enquanto, é isso!
Lembrando aos membros do CCC Carbocloro que quinta-feira, 4 de março, às 8h30, é dia e hora de reunião ordinária na ADC Carbocloro.

Até breve.
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Exposição destaca histórico ambiental de Cubatão

http://www.cubatao.sp.gov.br/publico/index.php?option=com_content&view=article&id=2011:exposicao-destaca-historico-ambiental-de-cubatao&catid=10:noticias-da-cidade&Itemid=50
Texto: Melchior de Castro Junior
Postado por Departamento de Imprensa
Qui, 11 de Fevereiro de 2010 17:47
Estrutura itinerante passará por sete bairros

Uma estrutura de nove metros quadrados, em forma de caixa, promete chamar a atenção em sete pontos de Cubatão a partir da próxima quinta-feira (19). Trata-se da instalação da exposição itinerante Estudo Ambiental do Cepema-USP sobre a Qualidade do Ar em Cubatão.

Além de promover um resgate da história ambiental e industrial da Cidade, a iniciativa celebra os novos avanços conquistados por meio de estudos promovidos na região. Com base de alumínio e paredes de lona acrílica, a estrutura apresenta dados impressos relativos à história e às pesquisas desenvolvidas pelo Centro de pesquisas e Capacitação em Meio Ambiente da Universidade de São Paulo (Cepema). A unidade foi instalada em Cubatão em 2006 por meio de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre a Petrobrás e a comunidade. Desde a sua fundação, o centro reúne pesquisadores que realizam estudos voltados à busca de soluções para problemas ambientais.

Um estudo ambiental recente se relaciona à implantação da Usina Termelétrica Euzébio Rocha, da Petrobrás, na Refinaria Presidente Bernardes. O estudo ambiental é direcionado a áreas específicas, tais como dispersão de poluentes, reatividade fotoquímica de emissões atmosféricas, biomonitoramento com plantas, estudo da saúde, implantação de equipamentos para monitoração da qualidade do ar e implementação de projetos de educação ambiental e comunicação, todos representados na mostra.

Dois bolsistas atuarão como monitores da exposição, das 9 às 17 horas. A Prefeitura participa da iniciativa garantindo a logística e a segurança do equipamento, numa parceria do Cepema com as secretarias de Cultura e de Ação de Governo.

De acordo com os organizadores, a exposição pretende não só divulgar os estudos realizados pelo Cepema-USP, mas também integrar a comunidade com os temas ambientais, incentivando o interesse e a participação popular. Quem acompanhar a exposição poderá formular questões através de cupons. As respostas serão publicadas no site da instituição (www.cepema.usp.br).

A abertura ocorre sexta-feira, dia 19, às 11 horas, na esplanada do Paço Municipal. As visitas podem ser realizadas até 1º de abril. Confira a programação: de 19 a 25 de fevereiro, Paço Municipal; de 27 de fevereiro a 4 de março, Praça Independência, Jardim Casqueiro; de 6 a 11 de março, Bolsão 8, entrada do bairro; de 13 a 18 de março, Praça do Crevin; de 20 a 25 março, Fabril, Rua da Farmácia; e de 27 de março a 1º de abril, Vila São José, em frente ao Pamos.

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Canoaço é destaque em A Tribuna

Para quem não leu, ou quer ler novamente, segue a íntegra da matéria publicada na edição de ontem do caderno Baixada Santista do jornal A Tribuna:

Oito barcos levaram os participantes do Canoaço pelo manguezal cubatense

Oito barcos levaram os participantes do Canoaço pelo manguezal cubatense

Grupo recolhe lixo do manguezal
A-9
Baixada Santista
A TRIBUNA Segunda-feira, 14 setembro de 2009.

http://www.atribuna.com.br

THAÍS LYRA

DA REDAÇÃO
Uma bolsa marrom em courino, um sofá e até mesmo uma grade de berço. Pode até parecer, mas os objetos listados não fazem parte de nenhum saldão. Eles foram retirados ontem de manguezais e dos entornos dos rios Cubatão, Cascalho e Casqueiro, em Cubatão, durante a implementação da primeira fase do Voluntários do Rio, projeto do Conselho Comunitário Consultivo (CCC), da Carbocloro, e da Prefeitura.

Junto com esses itens, os voluntários também recolheram quase 20 sacos de 100 litros de entulhos em pouco mais de duas horas de trabalho. O material será agora descartado em local apropriado ou,se possível, reciclado. Na manhã de ontem, dezenas de pessoas assistiram, muitas vezes incrédulas, às cenas dos voluntários pegando lixo nos entornos dos rios.

Quatro barcos acompanharam o trabalho dos voluntários, que se esforçavam para tentar deixar o mangue livre de detritos. Aos 16 anos, o estudante Victor Rosa lamentava o cenário que encontrou. “As pessoas não se preocupam em separar, em jogar corretamente o lixo. Estou no projeto há duas semanas e fiquei espantado com as coisas que achei”. Entre elas, Victor fala de fraldas, sacolas plásticas e muitas, muitas garrafas PET. “As pessoas colocam o óleo e jogam, sem a menor preocupação”.

Vice-prefeito de Cubatão e membro do CCC, Arlindo Fagundes Filho fala que as pessoas ainda não perceberam que sujam a água que servirá para elas. “E não só a população de Cubatão, mas o lixo de muitos bairros de Santos e São Vicente refletem nos rios da cidade, o que é uma pena”.

PREVENÇÃO
Teodoro Pavão, gerente de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da Carbocloro e membro do CCC, destaca a necessidade de se desenvolverem ações ambientais preventivas. “O lixo é um problema de todos nós, e a esperança é que, principalmente, os moradores próximos aos rios tenham essa consciência. Afinal, o rio é o quintal de casa de muita gente e é preciso perceber que o lixo que flutua vai trazer consequências ruins”. E para aqueles que moram longe das encostas, Pavão acredita que é preciso mostrar o que uma garrafa de plástico jogada na rua é capaz de provocar. “Ela ficaráanosnomeioambiente”.

Outro voluntário, Klinger Branco espera conseguir acabar com a sujeira dos manguezais. “É muito triste recolher sofás, pneus, garrafas”. Daniel Ravanelli Losada, proprietário da Náutica da Ilha e um dos voluntários, conta que a ideia é fazer desse trabalho algo permanente. “Se conseguirmos um patrocínio poderemos fazer esse trabalho de forma ativa”.

Além de recolher o lixo, voluntários aproveitaram para fazero plantio de 150 mudas de mangue-vermelha, uma planta base do florestio do mangue. As sementes foram colhidas no próprio local e germinadas no Centro de Referência em Meio Ambiente (Cepema) da USP. “Vamos fazer a medição das mudas para que elas ajudem a melhorar a situação dos manguezais”, conta Wellington Pinheiro dos Santos Silva, que faz parte do projetoVoluntários do Rio.

O projeto Voluntários do Rio não ficará apenas no recolhimento do lixo. Na próxima etapa, alunos de cinco escolas do Ensino Fundamental de Cubatão, localizadas no entorno dos rios e dos mangues, participarão de iniciativas de prevenção. Teodoro Pavão, gerente de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da Carbocloro e membro do Conselho Consultivo, acredita que o envolvimento dos estudantes é essencial para que o projeto tenha mais resultados. “Vamos atingir 800 crianças de forma direta e3.600 pessoas de forma indireta, por meio da multiplicação de informações”. Para que isso aconteça, Pavão explica que será montada a peça de teatro Quase no Quinta de Casa, que abordará a importância do papel de cada indivíduo na preservação e manutenção dos rios e mangues. Também haverá uma oficina de reciclagem para que os alunos aprendam a transformar garrafas pet em objetos de uso diário, como brinquedos e enfeites. “Vamos promover também um concurso familiar, de desenho ou redação, que premiará pais e alunos”.

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