Arquivo do mês: maio 2010

Conheça a rota da reciclagem das embalagens longa vida

Boa reportagem veículada pelo programa Cidades e Solução, da Globo News, mostrando todo o caminho para a reciclagem das embalagens longa vida. No Brasil, apenas 25% desse tipo de material é reaproveitado.

Por enquanto é só.
Até breve.

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Conferência Municipal de Saneamento Ambiental começa nesta sexta-feira

http://www.cubatao.sp.gov.br/publico/index.php?option=com_content&view=article&id=2408:conferencia-municipal-de-saneamento-ambiental-comeca-nesta-sexta-feira&catid=10:noticias-da-cidade&Itemid=50

Postado por Departamento de Imprensa
Qui, 20 de Maio de 2010 18:32

Delegados debaterão até este sábado as propostas da comunidade que integrarão o Plano Municipal para o setor

Com abertura às 19 horas pela prefeita Marcia Rosa, começa nesta sexta-feira (21) a 1ª Conferência Municipal de Saneamento Ambiental, a se realizar no auditório do Sindicato da Construção Civil (Rua Joaquim Miguel Couto, 337, defronte ao Fórum de Cubatão). Além dos 189 delegados e 11 suplentes escolhidos pela população, dos delegados natos (secretários municipais e funcionários indicados pela Prefeitura, vereadores, presidentes de sociedades de melhoramentos), e das autoridades municipais e regionais, foram convidados também os deputados estaduais e federais, representantes dos governos estadual e federal e da Sociedade Civil.

O encontro tem a sexta-feira reservada para a apresentação da metodologia de trabalho que vem sendo adotada e de uma retrospectiva do que foi feito no processo de pré-conferências e a formação da mesa dos trabalhos, terminando com apresentação artística às 21h30 por grupo cultural local.

Neste sábado (22), na Escola José de Anchieta (Rua Salgado Filho, 130), a partir das 8 horas, os trabalhos começam com o credenciamento dos delegados, a leitura do regimento interno e a formação dos grupos de trabalho, orientados em três eixos: água/esgotos, resíduos sólidos e drenagem. Cada grupo fará a leitura das proposições básicas (tese guia), com a possibilidade de apresentação de destaques, emendas aditivas, supresivas e modificativas, com aprovação das propostas em consenso do grupo (as dissensões serão levadas à análise na Plenária Final).

Após o almoço, os debates serão retomados nos grupos de trabalho, com apresentação pela relatoria das proposições encaminhadas pelos delegados. Às 15 horas, ocorre a plenária final, com a apresentação do texto aprovado pelos grupos e solução de possíveis dissensos. O encerramento da conferência está previsto para as 16h30 com a apresentação dos próximos passos para a construção do Plano Municipal de Saneamento Ambiental.

Os detalhes do trabalho desenvolvido nas pré-conferências podem ser conhecidos no blogue http://conferenciadesaneamento.blogspot.com/

Texto: Carlos Pimentel Mendes – MTb. 12.283-SP
20100520-GP-SaneamentoConferencia-CPM.doc

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Brasil é o país que causa maior impacto ao meio ambiente

http://gazetaweb.globo.com/v2/noticias/texto_completo.php?c=205494

Segundo os autores, o objetivo do ranking é identificar as nações mais bem sucedidas na condução de políticas para reduzir a degradação ambiental

20.05.2010 | 19h31
Portal do Consumidor

Um estudo publicado na revista científica PloS One identificou o Brasil como um dos países que mais causam danos ao meio ambiente. A pesquisa, intitulada “Evaluating the Relative Environmental Impact of Countries”, foi produzida por pesquisadores da Universidade de Adelaide, Austrália, e publicada no dia 9 deste mês.

O artigo compara o estado da degradação do meio ambiente em mais de 170 países, utilizando diversos critérios, como crescimento da população de cada país, desmatamento, poluição marinha e perda da biodiversidade. O documento também apresenta dois rankings de países que mais causam impacto à natureza.

Segundo os autores, o objetivo do ranking é identificar as nações mais bem sucedidas na condução de políticas para reduzir a degradação ambiental, e também apontar as políticas que falharam. “Nosso objetivo aqui é apresentar métricas simples para medir os impactos ambientais – absolutos ou proporcionais – dos países”, diz o estudo, em livre tradução do inglês.

Em uma das listas, a que considera o impacto ambiental de maneira absoluta, isto é, sem considerar o tamanho do país ou a quantidade de recursos naturais disponíveis, o Brasil foi classificado como o país que causa mais impacto no meio ambiente.

O principal motivo para que o Brasil tenha sido considerado o pior para o meio ambiente, na lista absoluta, é o desmatamento. O país é o primeiro no critério de perda de floresta natural e o terceiro em conversão do habitat natural. O Brasil também foi classificado como quarto no total de espécies ameaçadas e na quantidade de emissões de CO2.

“De uma perspectiva global, os países mais populosos e economicamente influentes tiveram o maior impacto ambiental absoluto: Brasil, EUA, China, Indonésia, Japão, México, Índia, Rússia, Austrália e Peru foram os 10 países pior classificados”, diz o artigo.

A segunda lista classifica os países levando em conta seu impacto proporcional ao total de recursos naturais presentes em cada país. Nessa classificação, o Brasil não aparece entre os 20 piores. “Este índice classifica os seguintes países como tendo o maior impacto ambiental proporcional: Cingapura, Coréia, Qatar, Kuwait, Japão, Tailândia, Bahrain, Malásia, Filipinas e Holanda”, diz o estudo.

De acordo com a pesquisa, existe uma relação, indicando que os países que mais degradam o meio ambiente são aqueles com maior população e maior riqueza. “Os resultados também mostram que a comunidade mundial deve incentivar os países menos desenvolvidos a um melhor desempenho ambiental, especialmente na Ásia”, diz o artigo. Isso porque seis países asiáticos aparecem no topo, tanto da lista proporcional quanto daquela que avalia o impacto ambiental absoluto: China, Indonésia, Japão, Malásia, Tailândia e Filipinas.
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Por enquanto é só.
Até breve!

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As belezas da Laje de Santos

Boa matéria veiculada em 15 de janeiro de 2010 no Diário Ecologia, da TV Globo, apresentando a Laje de Santos e suas belezas naturais, além de mostrar o trabalho que é feito pelo Instituto Laje Viva.

Por enquanto é só!
Até breve.

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Brasil pode economizar R$ 8 bilhões com reciclagem

http://www.dgabc.com.br/News/5810839/brasil-pode-economizar-r-8-bilhoes-com-reciclagem.aspx

sábado, 15 de maio de 2010 15:20
Da Agência Brasil

Um levantamento do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), divulgado na última sexta-feira, mostra que o Brasil poderia economizar cerca de R$ 8 bilhões por ano se reciclasse todos os resíduos que são encaminhados aos lixões e aterros sanitários.

Atualmente, a economia gerada com a atividade de reciclagem varia de R$ 1,5 bilhões a R$ 3 bilhões anualmente. As informações são do Ministério do Meio Ambiente. Além dos benefícios econômicos, o estudo apontou as vantagens ambientais da reciclagem.

Os dados foram apresentados durante uma reunião com as ministras Izabella Teixeira, do Meio Ambiente, Márcia Lopes, do Desenvolvimento Social, e representantes do Ministério das Cidades e da Caixa Econômica Federal.

No encontro, também foram discutidas a elevação do nível de renda dos catadores de lixo e a necessidade de estímulo à profissionalização da mão de obra. Foi anunciada ainda a criação de um grupo de trabalho para discutir as medidas legais para a implementação do Pagamento por Serviços Ambientais Urbanos.

Apenas 14% da população brasileira conta com o serviço de coleta seletiva hoje, e somente 3% dos resíduos sólidos urbanos são destinados à reciclagem.
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Reciclagem faz bem para o bolso e para o meio ambiente.
Só não vê quem não quer!

Até breve.

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Desmatamento e degradação florestal custam até US$ 4,5 tri ao ano, diz ONU

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100511/not_imp549948,0.php

11 de maio de 2010 | 0h 00

Ambiente. Relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente alerta para os impactos econômicos da perda da biodiversidade no mundo. Estudo revela que 42% das espécies de anfíbios e 40% das de aves estão com a população em declínio

Afra Balazina – O Estado de S.Paulo

Um novo relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) alerta para os impactos econômicos da perda da biodiversidade no mundo. Em âmbito global, os desmatamentos e a degradação florestal geram um custo anual entre US$ 2 trilhões e US$ 4,5 trilhões (R$ 3,6 trilhões e R$ 8,2 trilhões) – para se ter uma ideia, o valor é maior do que os prejuízos provocados pela recente crise financeira mundial.

Chamado de Terceiro Panorama Global de Biodiversidade, o estudo do Pnuma demonstra também que espécies invasoras (que podem competir com espécies nativas e danificar plantações) podem custar para a economia global US$ 1,4 trilhão (R$ 2,5 trilhões) ou mais. Somente na África subsaariana, os invasores são responsáveis por perdas anuais que somam US$ 7 bilhões (R$ 12,8 bilhões).

“Muitas economias continuam cegas para o enorme valor e papel da diversidade de animais, plantas e outras formas de vida num ecossistema saudável e funcional de florestas e água para solos, oceanos e a atmosfera”, diz Achim Steiner, diretor executivo do Pnuma.

Alguns países começam devagar a perceber a importância econômica da biodiversidade. Porém, segundo as Nações Unidas, as iniciativas precisam ganhar escala mais rapidamente.

A plantação e proteção de cerca de 12 mil hectares de mangues no Vietnã teve um custo de aproximadamente US$ 1 milhão (R$ 1.8 milhão), mas economiza gastos anuais em manutenção de diques de mais de US$ 7 milhões (R$ 12,8 milhões).

Já a China permitiu por mais de 40 anos a destruição de florestas para obter madeira para construção civil e a fabricação de móveis. Porém, o país começou a enfrentar um grave problema de desertificação, viu o Rio Amarelo praticamente morrer e passou a sofrer com enchentes devastadoras – em 1998, uma delas causou danos de bilhões de dólares.

O país decidiu, então, banir o desmatamento em 17 províncias. “Os chineses perceberam que estavam prejudicando a si mesmos, principalmente porque o produto era, em grande parte, exportado para países como Estados Unidos, Japão e Coreia”, diz Pavan Sukhdev, do Pnuma. Segundo ele, o custo real da madeira seria 129% maior do que o comercializado se os danos ambientais fossem considerados.

Em sua opinião, as empresas têm papel fundamental para evitar a perda da biodiversidade hoje. Segundo Sukhdev, há oportunidades nessa área de negócios sustentáveis: a venda mundial de alimentos orgânicos, por exemplo, teve um aumento de 203% entre 1999 e 2007 e inclui empresas como Carrefour e WalMart. Ele prepara um relatório para apresentar a executivos de médias e grandes empresas.

Extinção. O relatório indica que 42% das espécies de anfíbios e 40% das de aves estão com sua população em declínio. Afirma ainda que a população de espécies de vertebrados caiu, em média, 31% globalmente entre 1970 e 2006.

Uma queda severa ocorreu nos trópicos (59%), enquanto houve um aumento da população das espécies de locais temperados, onde quase não ocorrem mais desmatamentos para fazer pastagens e plantações.

O estudo aponta cinco principais pressões para a biodiversidade atualmente: a perda e a degradação dos hábitats (que são convertidos em plantações e, mais recentemente, para produzir biocombustível), as mudanças climáticas, a poluição, o uso insustentável (superexploração) e, por fim, as espécies invasoras.

Em uma amostra de 57 países foram achadas mais de 542 espécies invasoras com algum impacto para a biodiversidade – média de 50 por país. O número provavelmente está subestimado, já que há muitos impactos que não foram examinados e muitos países têm falta de dados.

Extinção marinha
85% dos recifes de ostras foram extintos no mundo
37% dos estuários não têm mais esse tipo de recife
14% dos estoques de peixes avaliados entraram em colapso em 2007
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Por hoje é só!
Até breve.

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Impacto da poluição na saúde

Segue a ultima parte da entrevista com o médico Paulo Saldiva, especialista em poluição atmosférica, e professor da USP, concedida ao site Veja.com. Ele explica como funciona o departamento de saúde ambiental na Universidade de Harvard, onde ele também leciona. Comenta algumas pesquisas da universidade. Fala também sobre os impactos da poluição para a saúde em São Paulo e conta, com humor, o que ele faria em São Paulo se fosse imperador do Brasil.



É isso!
Continuem acessando e divulgando. Comentem à vontade!

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