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Um pouco sobre tudo

Confiram alguns dos principais momentos do projeto Voluntários do rio, realizado em 2009, pelo Conselho Comunitário Consultivo Carbocloro:

Continuem acessando, comentando e divulgando esse espaço.

Em breve, enquanto não temos novidades sobre as novas fases do projeto, usarei o blog para divulgar notícias interessantes e curiosas sobre o meio ambiente. Aguardem!

Até.

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Encerramento do projeto é destaque em A Tribuna

Para quem não leu, ou quer ler novamente, segue a íntegra da matéria publicada na edição da última sexta-feira, 04/12, do caderno Indústria, do jornal A Tribuna:

Alunas vencedoras do concurso de redação passearam de barco pelos rios da cidade

Carbocloro premia os vencedores do projeto Voluntários do Rio

E-4
Indústria

A TRIBUNA Sexta-feira, 4 de dezembro de 2009.

http://www.atribuna.com.br

MANUEL ALVES FERNANDES
DA REDAÇÃO
Aos 10 anos, Nádia dos Santos Ribeiro Lima, aluna da Escola Municipal Rui Barbosa, exibe maturidade maior do que muitos adultos. “Eu gostaria de dizer que, apesar dos meus 10 anos, consigo perceber o quanto a natureza está sofrendo, e principalmente, os nossos rios, que são fundamentais para a nossa existência, porque se não tiver água limpa nós iremos morrer”.

Com a ajuda da tia, Marcia Adriana, e da professora da 4ª série C, Maria Aparecida de Matos Firmino, ela elaborou uma das cinco redações premiadas pela Carbocloro e seu Conselho Comunitário Consultivo no concurso doProjeto Voluntários do Rio, destinado a conscientizar  por meio de programas desenvolvidos em escolas municipais, a importância de preservar o meio ambiente e manter os cursos d’água limpos. O projeto teve como foco a limpeza dos rios Cubatão, Cascalho e Casqueiro, que banham a cidade.

Na primeira fase, realizada em outubro, durante cinco dias quatro embarcações especializadas percorreram um trajeto aproximado de 10 km por dia, recolhendo cerca de cinco toneladas de lixo, composto, em sua maioria, por garrafas pet (veja abaixo a utilização desse material).

Na semana seguinte, o início da segunda fase do projeto foi marcado por apresentações teatrais nas escolas de Cubatão. A peça Quase no quintal de casa abordou a importância do papel de cada indivíduo na preservação e manutenção dos rios e mangues.Durante uma semana, os atores percorreram cinco escolas,atingindo 1.300 pessoas, entre alunos, professores e funcionários. Os alunos aprenderam a transformar garrafas pet em objetos de uso diário.

A avaliação de todo esse projeto era a redação, por meio das crianças e seus parentes indicariam se objetivo do projeto foi alcançado: como deixar de jogar lixo nos rios e mangues da cidade, um patrimônio ecológico valioso. Nádia deu a melhor pista: “Na minha opinião, o que pode ser feito é uma conscientização a toda a população, começando na escola, através de trabalhos escolares como este, e outros, envolvendo todos os alunos”. Nadia foi a vencedora do concurso na UME Rui Barbosa.

Outras vencedoras, por escola, foram as alunas Júlia Espinheira dos Santos, da UME Padre Antonio Olivieri; Maria Eduarda Souza, da UME Padre José de Anchieta; Lyara Porto de Souza, da UME Antonio Ortega Domingues e Beatriz Pereira Braga, da UME João Ramalho. No encerramento do projeto, ocorrido no último domingo no Centro Ambiental Afonso Schmidt, a Carbocloro premiou com uma bicicleta cada autor das cinco melhores redações. Participaram do ato o gerente da fábrica, Márcio Abreu; o gerente de Segurança, Saúde e Meio Ambiente, Teodoro Pavão, e os secretários municipais de Cubatão Fernando Júnior (Ação Governamental); Fábio Inácio de Oliveira (Educação) e Vanderlei Oliveira (Meio Ambiente). Depois, todos foram passear de barco pelo Rio Cubatão.

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Concurso de redação e oficina de reciclagem movimentam escolas em outubro

 Confira as primeiras imagens das oficinas de reciclagem que estão sendo realizadas nas escolas de Cubatão 
Instrutores mostram como reaproveitar materiais que iriam para o lixo

Instrutores mostram como reaproveitar materiais que iriam para o lixo

Por Renato Silvestre

O Voluntários do Rio continua em ação. Teve início em 21 de setembro e vai até 26 de outubro as oficinas de reciclagem, parte de grande destaque dentro do projeto. Até o momento quatro escolas já foram contempladas com essa ação e nessa semana a atividade será realizada na U.M.E. Padre José de Anchieta.

Paralelamente, um concurso de redação também é desenvolvido com os alunos – uma maneira essencial de se perceber o quanto as crianças se sensibilizaram com as questões ambientais que estão à sua volta. Os vencedores farão um passeio pelos rios e mangues de Cubatão.

Balanço

Um mês após o Voluntários do Rio ser lançado pelo Conselho Comunitário Consultivo Carbocloro, alguns importantes resultados já podem ser considerados e relembrados. O Canoaço, que foi o evento inicial do projeto, realizado em 13 de setembro, levou cerca de 300 pessoas aos rios e mangues de Cubatão. Todos puderam ver de perto as belezas dessa região, assim como, o lixo que é, inadequadamente, descartado todos os dias pela população.

Em cerca de duas horas, voluntários retiraram do manguezal 20 sacos de 100 litros de lixo, além disso, plantaram 150 mudas de rizoforas – plantas típicas do mangue. O saldo da primeira semana de coleta de resíduos dos rios Casqueiro, Cascalho e Cubatão foi o recolhimento de 5 toneladas de lixo.

Ainda no mês de setembro o projeto entrou na fase de conscientização. Por meio da peça “Quase no quintal de casa”, cerca de 800 crianças da rede municipal de ensino (4ª das escolas Antonio Ortega Domingues, Padre Antonio Olivieri, João Ramalho, Rui Barbosa e Padre José de Anchieta) puderam refletir sobre o impacto das ações humanas no meio ambiente.

O espetáculo teatral foi especialmente desenvolvido para essa ação do Voluntários do Rio e buscou atingir especialmente as crianças que vivem próximas aos mangues da cidade. Uma cartilha com o conteúdo da peça também foi entregue aos alunos. A expectativa é atingir cerca de 3600 pessoas de forma indireta, considerando familiares e amigos das crianças.

Em breve mais images das oficinas, a divulgação dos nomes dos vencedores do concurso de redação e mais detalhes sobre o andamento do projeto. 

Continuem acessando, comentem e divulguem esse espaço!

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A voz do idealizador do Voluntários do Rio

Coordenador do projeto Voluntários do Rio e ambientalista, Rolando Roebbelen, fala sobre seu sonho e perspectivas para o futuro do manguezal em Cubatão.

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Confira imagens do Canoaço!

Além do horizonte das cidades de concreto há lugares bonitos e tranquilos para todos amarem e cuidarem. O verde permanecerá verde se soubermos olhar além de nossos próprios narizes. Vamos todos mergulhar nessa idéia. Um mundo melhor começa aqui em nossa cidade, com o meio ambiente mais limpo, vivo e respeitado.

Em breve novidades sobre as próximas ações do projeto Voluntários do Rio. Continuem acompanhando!

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Canoaço mobiliza voluntários pelo bem do mangue

Plantio das rizoforas e concentração do lixo recolhido durante o Canoaço

Plantio das rizoforas e concentração do lixo recolhido durante o Canoaço

Por Renato Silvestre

Após uma semana fria e chuvosa, o sol resolveu dar o ar de sua graça na manhã do último domingo, 13 de setembro, em Cubatão. Dia perfeito para iniciar, com chave de ouro o projeto Voluntários do Rio, do Conselho Comunitário Consultivo Carbocloro.

Elaborado com a iniciativa de ser o grande pontapé inicial do projeto, o Canoaço, levou cerca de 300 participantes aos manguezal da cidade. Em oito embarcações, os participantes dos mais diversos segmentos, de políticos à estudantes, de ambientalistas à crianças, puderam ver de perto o belo voou do Guará-vermelho e o trabalho realizado pelos voluntários, que em cerca de duas horas, retiraram do mangue 20 sacos de 100 litros de lixo.

Um desses voluntários, que estiveram atuando diretamente na retirada de lixo e no plantio de 150 mudas de rizoforas – plantas típicas do mangue –, é Sebastião Flores de Souza Sobrinho. Aos 40 anos, o Baby, como é conhecido entre os canoístas e amigos, viveu desde criança tomando banho nos rios da cidade e curtindo a beleza do mangue. Morador da Vila São José ele acredita que retirada de lixo e conscientização são essenciais. “Esse trabalho deveria ser realizado sempre. É importante conscientizar a população que devemos preservar primeiro, para que a natureza tenha mais recursos para nos dar”, disse.

“É muito triste encontrar com lixo quando vou ao mangue, pois você sabe que aquilo não era desse jeito. Foi o próprio ser humano que fez isso. Temos que fazer nossa parte, não sabemos se vamos mudar o mundo, mas com um pouquinho de cada um o manguezal vai ficar bem melhor”, opinou Baby.

Morador há mais de 40 anos do Conjunto Afonso Schmidt, de onde partiu o Canoaço, Valdecir Francisco dos Santos, relembrou o passado e se disse feliz em ver ações como as realizadas pelo Voluntários do Rio. “Nós tivemos situações complicados aqui no Rio Cubatão. Nós nem acreditávamos que o rio estaria como está hoje. De qualquer maneira, há muito que se fazer ainda. É importante a população conhecer e ver a volta do Guará-vermelho e de tantas outras espécies para que se conscientize da importância do rio”, finalizou. 

 

Educação Ambiental

Quem também esteve presente no evento foi o secretário de educação de Cubatão, Fábio Oliveira Inácio que disse acreditar na importância de se investir nas crianças como forma de propagar a conscientização ambiental. “Entendemos que as crianças têm mais condições de absorver e de serem multiplicadores, porque elas acreditam nessa questão do meio ambiente. É uma geração que já vem com esse tema incorporado, com a preocupação com o consumo da água e da preservação do meio ambiente. A crianças são importantes porque cobram os pais e, inclusive, o poder público quanto a coleta seletiva”, explanou Fábio Inácio.

Para o vice-prefeito de Cubatão e membro do CCC, Arlindo Fagundes, o Canoaço foi um grande passo e a conscientização que virá em seguida é fundamental. “Iniciamos um projeto de educação ambiental e conscientização, que será importante para que a população entenda a importância do rio. O rio sem vida é prejuízo para todos. O Rio Cubatão é importante para toda a região, cerca de 80% da água servida a população da Baixada Santista sai daqui, por isso a educação ambiental aqui na cidade é tão importante”, afirmou o vice-prefeito.

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Canoaço é destaque em A Tribuna

Para quem não leu, ou quer ler novamente, segue a íntegra da matéria publicada na edição de ontem do caderno Baixada Santista do jornal A Tribuna:

Oito barcos levaram os participantes do Canoaço pelo manguezal cubatense

Oito barcos levaram os participantes do Canoaço pelo manguezal cubatense

Grupo recolhe lixo do manguezal
A-9
Baixada Santista
A TRIBUNA Segunda-feira, 14 setembro de 2009.

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THAÍS LYRA

DA REDAÇÃO
Uma bolsa marrom em courino, um sofá e até mesmo uma grade de berço. Pode até parecer, mas os objetos listados não fazem parte de nenhum saldão. Eles foram retirados ontem de manguezais e dos entornos dos rios Cubatão, Cascalho e Casqueiro, em Cubatão, durante a implementação da primeira fase do Voluntários do Rio, projeto do Conselho Comunitário Consultivo (CCC), da Carbocloro, e da Prefeitura.

Junto com esses itens, os voluntários também recolheram quase 20 sacos de 100 litros de entulhos em pouco mais de duas horas de trabalho. O material será agora descartado em local apropriado ou,se possível, reciclado. Na manhã de ontem, dezenas de pessoas assistiram, muitas vezes incrédulas, às cenas dos voluntários pegando lixo nos entornos dos rios.

Quatro barcos acompanharam o trabalho dos voluntários, que se esforçavam para tentar deixar o mangue livre de detritos. Aos 16 anos, o estudante Victor Rosa lamentava o cenário que encontrou. “As pessoas não se preocupam em separar, em jogar corretamente o lixo. Estou no projeto há duas semanas e fiquei espantado com as coisas que achei”. Entre elas, Victor fala de fraldas, sacolas plásticas e muitas, muitas garrafas PET. “As pessoas colocam o óleo e jogam, sem a menor preocupação”.

Vice-prefeito de Cubatão e membro do CCC, Arlindo Fagundes Filho fala que as pessoas ainda não perceberam que sujam a água que servirá para elas. “E não só a população de Cubatão, mas o lixo de muitos bairros de Santos e São Vicente refletem nos rios da cidade, o que é uma pena”.

PREVENÇÃO
Teodoro Pavão, gerente de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da Carbocloro e membro do CCC, destaca a necessidade de se desenvolverem ações ambientais preventivas. “O lixo é um problema de todos nós, e a esperança é que, principalmente, os moradores próximos aos rios tenham essa consciência. Afinal, o rio é o quintal de casa de muita gente e é preciso perceber que o lixo que flutua vai trazer consequências ruins”. E para aqueles que moram longe das encostas, Pavão acredita que é preciso mostrar o que uma garrafa de plástico jogada na rua é capaz de provocar. “Ela ficaráanosnomeioambiente”.

Outro voluntário, Klinger Branco espera conseguir acabar com a sujeira dos manguezais. “É muito triste recolher sofás, pneus, garrafas”. Daniel Ravanelli Losada, proprietário da Náutica da Ilha e um dos voluntários, conta que a ideia é fazer desse trabalho algo permanente. “Se conseguirmos um patrocínio poderemos fazer esse trabalho de forma ativa”.

Além de recolher o lixo, voluntários aproveitaram para fazero plantio de 150 mudas de mangue-vermelha, uma planta base do florestio do mangue. As sementes foram colhidas no próprio local e germinadas no Centro de Referência em Meio Ambiente (Cepema) da USP. “Vamos fazer a medição das mudas para que elas ajudem a melhorar a situação dos manguezais”, conta Wellington Pinheiro dos Santos Silva, que faz parte do projetoVoluntários do Rio.

O projeto Voluntários do Rio não ficará apenas no recolhimento do lixo. Na próxima etapa, alunos de cinco escolas do Ensino Fundamental de Cubatão, localizadas no entorno dos rios e dos mangues, participarão de iniciativas de prevenção. Teodoro Pavão, gerente de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da Carbocloro e membro do Conselho Consultivo, acredita que o envolvimento dos estudantes é essencial para que o projeto tenha mais resultados. “Vamos atingir 800 crianças de forma direta e3.600 pessoas de forma indireta, por meio da multiplicação de informações”. Para que isso aconteça, Pavão explica que será montada a peça de teatro Quase no Quinta de Casa, que abordará a importância do papel de cada indivíduo na preservação e manutenção dos rios e mangues. Também haverá uma oficina de reciclagem para que os alunos aprendam a transformar garrafas pet em objetos de uso diário, como brinquedos e enfeites. “Vamos promover também um concurso familiar, de desenho ou redação, que premiará pais e alunos”.

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