Arquivo do mês: julho 2011

Cubatão terá Jardim Botânico após remoção de famílias da Serra

http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,cubatao-tera-jardim-botanico-apos-remocao-de-familias-da-serra,751171,0.htm

28 de julho de 2011 | 9h 35

O Estado de S. Paulo

A Secretaria Estadual do Meio Ambiente divulgou ontem o projeto do Jardim Botânico de Cubatão (JBC). Parte do programa de recuperação da Serra do Mar, o Jardim Botânico será construído no bairro da Água Fria após a remoção das famílias que ali vivem.

“O objetivo é a conservação, a educação ambiental e a proteção da Mata Atlântica. Haverá um viveiro metropolitano para todas as cidades da Baixada Santista pegar em mudas e fazerem replantios”, explicou o secretário do Meio Ambiente, Bruno Covas, que apresentou o projeto ao Centro das Indústrias do Estado de São Paulo(Ciesp Regional Cubatão).

Instituído por um decreto estadual em outubro do ano passado, o JBC ficará em uma área de 364 hectares, sendo que 4,6 mil metros quadrados são de área construída. Entre as construções estão um centro de educação ambiental, um auditório e um prédio administrativo para receber pesquisadores.

O orçamento para a criação do JBC integra os investimentos do Programa de Recuperação Socioambiental da Serra do Mar.O custo da obra é estimado em US$ 16,5 milhões, sendo US$ 11 milhões de financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento(BID) e US$ 5,8 milhões do governo do Estado.

O início das obras depende da retirada das famílias que moram na Água Fria.Segundo o Superintendente de Obras da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), Humberto Schmidt,no início do programa havia 1.456 famílias no bairro. “Já saíram cerca de cem famílias.”Ele diz que a maior parte das remoções será feita em 2012. / AFRA BALAZINA, ANDREA VIALLI e REJANE LIMA

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Se realmente tudo acontecer como prometem será maravilhoso!

Por hoje é só!

Até.

 

 

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Reducir, Reutilizar y Reciclar

Segue um vídeo bem bacaninha que encontrei no Youtube. Vale pela brincadeira e serve até como sugestão para quem quer trabalhar o tema com as crianças. Pena que a música é em espanhol, mas a mensagem é o que vale!

É isso!

Até breve.

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Cubatão inicia mapeamento de trilhas na Mata Atlântica

http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,cubatao-inicia-mapeamento-de-trilhas-na-mata-atlantica,747920,0.htm  

21 de julho de 2011 | 9h 22

O Estado de S.Paulo

A Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Cubatão, na Baixada Santista, começou ontem a realizar o mapeamento geográfico e fotográfico de todas as trilhas e braços de rios do município.

O trabalho é realizado em parceria com o Corpo de Bombeiros e deverá ser concluído em dois meses. O mapeamento tem três objetivos: segurança, ecoturismo e pesquisa.

A intenção é coletar informações detalhadas dos locais para que os bombeiros possam realizar mais rapidamente o resgate de pessoas que se perdem na mata – neste ano foram registradas ocorrências envolvendo 20 pessoas. Os dados devem ajudar também a desenvolver roteiros ecoturísticos monitorados pela prefeitura e catalogar lugares que poderão ser utilizados em pesquisas científicas e em medições de índices de degradação ambiental.

Atualmente, a prefeitura de Cubatão desconhece o número exato de quilômetros de trilhas existentes no município, sejam em manguezais ou nas florestas de Mata Atlântica, ao pé e na subida da Serra do Mar. Mas cita as trilhas de Parque do Perequê, Itutinga Pilões, Parque do Quilombo e Trilha do Diabo como as mais utilizadas. / ANDREA VIALLI e REJANE LIMA

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Excelente iniciativa da Prefeitura de Cubatão! Esse é um processo fundamental de auto-conhecimento do meio ambiente local que possibilitará compreender a riqueza que a Cidade tem nas mãos. A partir daí, todas as ações com foco na Mata Atlântica serão facilitadas, inclusive o fortalecimento do ecoturismo, que é fundamental dentro do processo de mudança da imagem de Cubatão, ainda arranhada pelo descuido ambiental de outrora.

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Cerca de 60% do lixo hospitalar são descartados de maneira inadequada

Veja essa matéria imperdível e alarmante veiculada no Fantástico do último domingo, 17 de julho! A situação do lixo hospitalar no Brasil é preocupante. Falta controle e dar a destinação correta para esses materiais que estão contaminados, contaminam o solo e ainda colocam em risco a situação já precária dos catadores!

É isso. Até breve!

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Hidrovia será implantada em 2012

E-1 – Indústria

Sexta-feira, 15 julho de 2011.

http://www.atribuna.com.br

Expectativa da Carbocloro é colocar o sistema de transporte de sal pelo Rio Cubatão em operação até meados do próximo ano 

A REDAÇÃO

O presidente da Carbocloro, MarioCilento, está na expectativa de dar início, até meados do próximo ano, ao sistema de transporte hidroviário de sal pelo Rio Cubatão entre a empresa, localizada na cidade, e o Porto de Santos.

“Estamos muito confiantes e achamos que vai ser uma experiência muito bem-sucedida”, disse ele durante a visita de integrantes do Conselho Superior de Meio Ambiente (Cosema), da Fiesp à empresa, terça-feira. Presidido por WalterLazzarini, ex-secretário estadual de Agricultura e presidente da Cetesb de 1991 a 1993, o conselho é composto por integrantes da sociedade civil, representantes de empresas filiadas à Fiesp e autônomos.

O projeto de implantação do sistema hidroviário de transporte de matérias-primas pelo Rio Cubatão vem sendo examinado há quatro anos pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente. A empresa obteve licença ambiental parcial e vem atendendo a todas as exigências impostas pelas autoridades ambientais na expectativa de implantar o empreendimento. O uso do rio vai reduzir a emissão de poluentes, por queima de combustível, ao tirar das estradas 60 caminhões utilizados hoje no sistema convencional de transporte do sal.

A Cetesb está avaliando agora, segundo Cilento, autorização de instalação do atracadouro para as barcaças que transportarão sal no trecho do rio em frente à Carbocloro.

Para Lazarini, que defende a desburocratização do licenciamento ambiental, as dificuldades enfrentadas pela Carbocloro nesse projeto são um exemplo do que vem acontecendo em todo o País.

De acordo com ele, a demora em concluir o exame de estudos e relatórios legais se deve à falta de material humano nos organismos ambientais, sobrecarregados de serviço. Por isso, muitas vezes são adiados e também desestimulados projetos que gerariam muitos empregos e negócios.

Ele enfatizou que a gestão ambiental é um componente importante no custo das indústrias. Mas, as obrigações legais tem de ter o mesmo peso para os diversos atores envolvidos na cadeia produtiva.

“É muito importante que haja responsabilidade definida para todos os setores. Muitas vezes querem punir algumas áreas e outras não, isso não pode acontecer. Precisamos de um diálogo franco e direto, observando o que é justo e o que é necessário ser feito em termos de responsabilização comum”, frisou.

LICENÇA DEFINITIVA
A Carbocloro aguarda desde 2007 o licenciamento definitivo para utilizar a hidrovia. A intenção da empresa é receber sal no Porto de Santos e transportá-lo por barcaças. Na empresa, esteiras fariam o transporte do produto desde o atracadouro até o armazenamento.

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ONU destaca moradia popular ”verde” em Cubatão

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110713/not_imp744231,0.php

Nações Unidas reconhecem construção da CDHU no Estado como exemplo de prática sustentável que pode ser replicada em outros países

13 de julho de 2011 | 0h 00
Andrea Vialli e Rejane Lima – O Estado de S.Paulo

ENVIADA ESPECIAL / CUBATÃO

A construção verde, com tecnologias que poupam água, energia elétrica e usam materiais que afetam menos o ambiente, não é mais privilégio de edifícios corporativos ou condomínios de alta renda. Em São Paulo, conjuntos habitacionais populares já ostentam várias dessas tecnologias.

A Companhia de Desenvolvimento Urbano e Social (CDHU) começou a experimentar a construção verde em casas populares em 2007. Uma delas, o conjunto habitacional Rubens Lara, em Cubatão, chamou a atenção das Nações Unidas. O programa Sushi (Iniciativa de Habitação Social Sustentável, na sigla em inglês), do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, reconheceu o projeto como alternativa que pode ser replicada.

Silvio Torres, secretário estadual de Habitação, diz que a incorporação de tecnologias verdes na construção de moradias populares faz parte de um programa mais abrangente, a remoção da população de áreas consideradas de risco (mais informações nesta página). “Hoje existem no Estado 350 mil unidades habitacionais do CDHU e há potencial para que 200 mil adotem tecnologias verdes”, diz.

Outro conjunto da CDHU, em Santo André, é construído com critérios verdes. A meta é buscar uma certificação de mercado de construção verde.

“O grande desafio é conciliar baratos com tecnologias mais caras – mas que podem proporcionar economia no longo prazo”, diz o secretário. É o caso do aquecedor solar, que, embora mais caro que o chuveiro elétrico, proporciona uma economia de cerca de 30% na conta de energia.

Luz natural. Em geral, construir de forma verde custa 10% mais que uma obra comum. “Mas isso não é custo, é investimento”, diz Marcelo Prado, arquiteto responsável pelo conjunto de Cubatão. De longe, já se percebe que as janelas dos prédios do Rubens Lara são maiores que as das construções populares mais antigas que o rodeiam.

As janelas amplas, que permitem maior iluminação e ventilação dos imóveis, e os cilindros metálicos, que integram o sistema de captação de energia solar para aquecer a água, são duas das várias medidas de construção verde utilizadas pela CDHU no conjunto construído para abrigar famílias retiradas das encostas da Serra do Mar.

Segundo o assessor de sustentabilidade da Secretaria de Habitação, Gil Scatena, as medidas que facilitam a acessibilidade também chamaram a atenção da ONU. “As portas são mais largas, as janelas e interruptores estão em altura adequada e há apartamentos térreos para portadores de deficiência”, explica.

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Até mais!

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América Latina é 2º região que mais investe em energias renováveis

http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/940799-america-latina-e-2-regiao-que-mais-investe-em-energias-renovaveis.shtml 

DA EFE, EM TORONTO

A América Latina foi em 2010 a segunda região do mundo que mais investiu no setor das energias renováveis, com aumento de 39% com relação ao ano anterior, segundo um relatório da Organização das Nações Unidas divulgado nesta quinta-feira (7).

O setor das energias renováveis recebeu em 2010 no mundo todo investimentos no valor de US$ 211 bilhões, 32% a mais que em 2009 e 540 % acima do valor de 2004.

O relatório do PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) assinala que o aumento do número de fazendas eólicas da China e de pequenas plantas solares nos edifícios europeus foram os principais responsáveis pelo aumento significativo dos investimentos em 2010.

Contudo, o documento também aponta que, pela primeira vez, as economias em desenvolvimento superaram às dos países desenvolvidos em termos de “novos investimentos financeiros”, ou seja, o gasto em projetos de energias renováveis de grande escala e o fornecimento de capital a companhias deste setor.

No capítulo “Novos Investimentos Financeiros”, os países em desenvolvimento destinaram US$ 72 bilhões, US$ 2 bilhões a mais que os países desenvolvidos.

Entre as nações em desenvolvimento, a China foi a que mais investiu em energias renováveis em 2010, com US$ 48,9 bilhões, 28% a mais que em 2009.

A América Latina foi a segunda região do mundo, já que aplicou US$ 13,1 bilhões, um aumento de 39% comparado ao ano anterior.

O Oriente Médio e a África empregaram US$ 5 bilhões, um aumento de 104%, a Índia US$ 3,8 bilhões – 25% de aumento, e os países em desenvolvimento da Ásia (excluindo China e Índia), US$ 4 bilhões – 4% a mais que 2009.

O diretor-executivo do PNUMA e o subsecretário-geral da ONU, Achim Steiner, comunicou em nota oficial que “o crescimento sustentável deste segmento central da economia verde não é uma casualidade”.

“A combinação de objetivos estabelecidos pelos governos, políticas de apoio e fundos de estímulo estão sustentando o crescimento do setor de renováveis e aproximando a transformação que tanto é necessária no nosso sistema de energia global”, acrescentou Achim.

AMÉRICA LATINA

Na América Latina, o Brasil, o México, o Chile e a Argentina foram os líderes em investimentos de energias renováveis.

O Brasil foi o principal investidor da região, já que empregou US$ 7 bilhões. Porém, paradoxalmente o número foi 5% inferior ao de 2009.

O relatório assinala que a queda de 2010 – que apontou uma baixa contínua em 2009 de 44% – foi consequência da “consolidação do setor de biocombustíveis brasileiro que está em grande medida fragmentado”.

“Não foi por falta de interesse, simplesmente ficou concentrado em fusões e aquisições que não são contabilizadas como novos fundos para esse setor”, acrescentou o relatório.

E a consolidação do mercado brasileiro vai continuar nos próximos anos porque ainda tem 220 empresas no mercado de etanol, embora apenas 10 tenham capacidade para gerar mais de 10 milhões de toneladas do combustível.

No México, os investimentos aumentaram 348% em 2010, até chegar a US$ 2,32 bilhões, principalmente em energia eólica, mas também em geotérmica, devido à decisão das autoridades mexicanas de aumentar a capacidade das energias renováveis do atual 3,3% ao 7,5% para 2012.

O grande filão desta política é a energia eólica porque os planos do governo mexicano assinalam que 4,3% da energia total do país terão que ser originadas em fazendas de vento. Em 2010, o México financiou 988 megawatts de potência de energia eólica.

No Chile, onde o objetivo é providenciar para que 10% da energia seja renovável até 2025, os investimentos totalizaram US$ 960 milhões, um aumento de 21% comparado a 2009.

Da mesma forma, a Argentina estabeleceu para 2016 que 8% do setor energético proceda de fontes renováveis o que significou em 2010 a multiplicação por sete até chegar a US$ 740 milhões.

Já no Peru, o governo fixou que 5% será proveniente de energias renováveis até 2013. No ano passado, os investimentos chegaram a US$ 480 milhões – mais que o dobro em 2009 – destinados principalmente a pequenas centrais hidroelétricas e a plantas de etanol e biomassa.

Na China, o aumento expressivo dos investimentos esteve dirigido pelo crescimento das fazendas eólicas, que abocanharam 78% da soma durante o ano e acrescentaram 17 GWh de potência ao país.

No final de 2010, a capacidade total das fazendas eólicas chinesas era de 42,5 GWh, a maior do mundo e dez vezes mais que a Dinamarca.

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É isso! Até breve…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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