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55,8% do PET é reciclado no Brasil, diz Censo

http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/55-8-pet-reciclado-brasil-diz-censo-637502.shtml

Sucena Shkrada Resk – Edição: Mônica Nunes
Planeta Sustentável – 23/08/2011
 
A Abipet – Associação Brasileira da Indústria do PET divulgou hoje o 7º Censo da Reciclagem do PET no Brasil, que registra 262 mil toneladas recicladas em 2010, o que equivale a 7,6% a mais do que o ano anterior e corresponde a 55,8% do total de PETs consumidas no país. A necessidade de se ampliar a educação ambiental e os pontos de coleta, para atender as diretrizes da Política Nacional de Resíduos Sólidos, foram destacadas pela associação, no encontro.
 

No ano passado, foram recicladas 262 mil toneladas de PET, segundo dados do 7º Censo da Reciclagem do PET no Brasil, divulgado hoje pela Abipet – Associação Brasileira da Indústria do PET*. Esse número corresponde a 7,6% a mais do que o ano anterior e cobre 55,8% das unidades consumidas no país. Os resultados, entretanto, devem ser vistos com cautela, segundo análise da própria instituição.

O gargalo a ser superado, nos próximos anos, diz respeito à indisponibilidade de mão-de-obra suficiente, à urgente implantação da coleta seletiva em todo o país e à disseminação da cultura da separação das embalagens na sociedade. A universalização é determinada pela PNRS – Política Nacional de Resíduos Sólidos até agosto de 2014. Hoje, apenas 17,8% dos municípios fazem coleta, de acordo com a PNSB – Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2008-2010, do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

O levantamento foi realizado com 409 empresas do setor, sendo a maior parte dos estados de:- São Paulo (178), – Santa Catarina (45), – Rio Grande do Sul (39) e – Rio de Janeiro (32). Segundo as organizações, o material reciclado é adquirido principalmente de catadores, que representam 47% do total dos fornecedores. A maior parte se transforma em produtos têxteis (38%); 19% em resinas insaturadas e alquídicas destinadas à base de tintas e para construção civil (revestimento de piscinas e banheiras, entre outras) e 17% em embalagens.

Auri Marçon, presidente da Abipet, afirmou que uma das iniciativas da entidade é a do LevPET*, em vigor desde novembro passado. O projeto resultou em um levantamento de uma lista de locais onde as pessoas podem entregar PETs no país. São cooperativas, PEVs – Pontos de Entrega Voluntária e postos de coleta em ONGs – Organizações Não-Governamentais.

“Os dados são georreferenciados com o apoio da ferramenta do Google Maps. “Atualmente são mais de 2 mil pontos e funcionam como um alerta à sociedade, para poder participar”. As informações são registradas no site do programa.

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Por enquanto, é isso!

Até breve.

 

 

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Falta incentivo à indústria da reciclagem

http://www.dgabc.com.br/News/5819377/falta-incentivo-a-industria-da-reciclagem.aspx

domingo, 4 de julho de 2010 7:02
Leone Farias
Do Diário do Grande ABC

A indústria da reciclagem ajuda a retirar resíduos do meio-ambiente e gera (direta e indiretamente) cerca de 500 mil empregos no País, mas ainda se ressente da falta de incentivos fiscais para a atividade.

Uma medida provisória, lançada no fim de 2009 pelo governo federal, poderia dar estímulo ao setor, ao oferecer crédito de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) às empresas que utilizassem material reciclável em seu processo produtivo. No entanto, a proposta caducou (perdeu a validade) no mês passado, devido à demora em sua aprovação no Congresso.

A MP poderia dar impulso a essa cadeia produtiva – formada por catadores, cooperativas e empresas recicladoras – e gerar benefícios ao País. Estudo do Ipea (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas) aponta que o Brasil poderia economizar R$ 8 bilhões com a reciclagem de todo o resíduo sólido que vai para os aterros.

“Não existe incentivo público. Temos de fazer tudo, até a coleta é por iniciativa privada”, afirma o coordenador da comissão de meio-ambiente da Abipet (Associação Brasileira da Indústria do PET), José Trevisan Júnior, que também é diretor da fabricante de fibras têxteis Unnafibras, de Santo André.

Sua empresa, que tem quadro de 400 funcionários, processa 4.000 toneladas de PET por mês. O executivo cita que as vendas têm aumentado – a companhia deve crescer 10% e fechar o ano com R$ 120 milhões de faturamento -, mas sua margem de lucro está mais apertada.

Isso porque, com a crise global, o preço do petróleo despencou, gerando concorrência com a matéria-prima virgem. “E temos hoje a pressão do câmbio, por causa da competição com o produto chinês”, acrescenta.

Outra companhia da região, a Clean PET, de Mauá, recicla 500 toneladas por mês desse plástico, que fornece para indústrias como a Basf e a Tintas Coral utilizarem como insumo na fabricação de tintas. O gerente da planta, Marcelo Fonseca, avalia que se não tivesse de pagar IPI, seu preço ficaria mais competitivo. “Para clientes pequenos, isso significa custo. O crédito (do tributo) incentivaria a cadeia produtiva”, afirma.

BNDES – O presidente da CooperLimpa , de Diadema, José Lacerda, também considera que a MP, se fosse aprovada, ajudaria a estimular as empresas a adquirirem o item reciclável. “Atualmente, conseguimos comercializa porque corremos atrás, são poucos compradores”, afirma.

A cooperativa tem parceria com a Prefeitura – está instalada em área municipal – e obteve recentemente linha de crédito do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) de cerca de R$ 500 mil a fundo perdido para ampliar a atividade, para aquisição de caminhão, empilhadeira e fragmentadora.

A CooperLimpa, que faz coleta, separação e comercialização do reciclável (PET, papel, papelão, tetrapack, alumínio) é hoje formada por 16 cooperados. Tem meta de chegar a 40 em dois anos. Lacerda espera com a ampliação da estrutura também melhorar a retirada (rendimento), que hoje gira em R$ 750 por mês por pessoa. “Coletamos 45 toneladas por mês, o projeto é dobrar isso.”

Empresa já usou 425 milhões de garrafas PET em sua produção

A Suvinil, marca de tintas da Basf, já colaborou para a retirada de 425 milhões de garrafas (mais de 20 mil toneladas) de embalagens PET do meio ambiente desde 2002, quando implantou projeto de reutilização desse material para produzir esmaltes e vernizes.

O programa da empresa utiliza a garrafa para fabricação de um dos principais componentes de seu processo fabril, a resina. Para cada galão de 3,6 litros, são necessárias cinco garrafas PET na composição.

A expectativa da Basf é ampliar ainda mais o uso do material reciclável dentro da linha Suvinil e desenvolver outras aplicações para o mercado consumidor.

A companhia cita benefícios propiciados pelo projeto: geração de 2.000 postos de trabalho nessa cadeia de fornecimento do insumo, melhoria da imagem da empresa, redução do volume de efluentes em 40%, o correspondente a 350 mil litros de água de reação geradas na produção de resinas que deixam de ser enviadas para tratamento de efluentes.
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Até breve!

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Especial Reciclagem: Plástico

Segue mais um vídeo da série de matérias feitas pelo site Veja.com sobre reciclagem. Bem bacana essa série, com informações úteis e pertinentes ao nosso dia-a-dia e como lidar com os resíduos que nós mesmos produzimos. O vídeo abaixo é o segundo da série e trata da reciclagem de plástico.

É isso!
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Até breve.

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Indústrias terão metas de reciclagem

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100330/not_imp531078,0.php

30 de março de 2010 | 0h00
O Estadao de S.Paulo
Afra Balazina
Andrea Vialli

O secretário estadual de Meio Ambiente, Xico Graziano, assina hoje uma resolução que define os produtos que geram resíduos de impacto significativo no meio ambiente. O objetivo é cobrar das empresas responsáveis metas de reciclagem desses produtos.

De acordo com a resolução, que será assinada às vésperas da saída do governador José Serra do governo de São Paulo, as companhias terão de manter, individualmente ou por meio de parcerias, postos de entrega voluntária das embalagens ou dos produtos depois de consumidos. Estão na lista pneus, lâmpadas fluorescentes, baterias de carros, produtos eletroeletrônicos e embalagens de bebida, comida e produtos de limpeza, entre outros.

A resolução é resultado da Política Estadual de Resíduos Sólidos (Lei n.º 12.300), aprovada em 2006.

“Queremos que a indústria se responsabilize pelo aumento da reciclagem no Estado”, afirmou Casemiro Tércio Carvalho, coordenador de Planejamento Ambiental da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (SMA). De acordo com ele, as metas de recolhimento serão diferentes para cada produto e definidas até 31 de dezembro deste ano pela Comissão Estadual de Gestão de Resíduos Sólidos.

Nada impede, diz Carvalho, que a primeira meta seja fechada no próximo mês, por exemplo. O plástico PET é um dos setores mais avançados em reciclagem, com índices superiores a 50%, e pode ser um dos primeiros a receber a meta.

Os objetivos para cada produto vão depender de fatores como a implantação da coleta seletiva nos municípios e da capacidade instalada para beneficiar e transformar os resíduos que forem coletados.

As empresas que não cumprirem a meta estabelecida podem ser punidas com multa – o valor da infração será definido pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). A resolução não deixa claro, no entanto, como será o controle do cumprimento da resolução.

Incentivo
A norma também estabelece que as empresas terão de orientar os consumidores sobre a necessidade de fazer a devolução. “A população também é responsável”, afirma o coordenador. Segundo ele, a Alemanha foi um dos países que inspiraram essa resolução estadual. Naquele país, porém, quando determinados produtos são devolvidos para reciclagem, a pessoa recebe uma compensação financeira.

Essa espécie de crédito de reciclagem está em discussão também em São Paulo, mas juristas argumentam que o assunto, por se tratar de uma regulação econômica, só possa ser feita por meio de legislação federal.

“É preciso valorar o resíduo. Temos de transformar a reciclagem em um negócio lucrativo”, afirma Carvalho. De acordo com ele, durante a crise financeira, em 2008, muitas cooperativas de reciclagem pararam de trabalhar porque o preço caiu muito. “O quilo de PET passou de R$ 1,20 para R$ 0,60”, conta.

Em sua opinião, o consumidor futuramente também deverá arcar com os custos da reciclagem – com o acréscimo de alguns centavos por embalagem, por exemplo – o que será positivo para que ele se conscientize.

Lei nacional
A resolução paulista surge no momento em que a lei nacional dos resíduos sólidos, que prevê um marco regulatório para o lixo no Brasil, está prestes a ser votada no Senado. A lei nacional foi aprovada neste mês pela Câmara dos Deputados, após 19 anos de tramitação (mais informação nesta pág.).

As duas leis possuem pontos em comum. A principal delas é a responsabilidade compartilhada pela destinação dos resíduos. Nesse sistema, fabricantes, distribuidores, órgãos públicos e consumidores têm responsabilidade sobre o lixo. Isso inclui a chamada logística reversa, que é o recolhimento de embalagens e equipamentos ao fim de sua vida útil.

Mas também há diferenças. Ao contrário da resolução paulista, a lei nacional não prevê a fixação de metas para reciclagem conforme o produto, nem por município. “É difícil o cumprimento de metas de reciclagem por município, pois a maioria das cidades não tem ainda programas de coleta seletiva”, diz André Vilhena, diretor executivo do Cempre, entidade que estimula a reciclagem no setor privado. /COLABOROU EDUARDO REINA

LISTA
Empresas terão de cumprir metas de coleta e reciclagem dos seguintes produtos:

Filtros de óleo lubrificante automotivo
Embalagens de óleo lubrificante automotivo
Lâmpadas fluorescentes
Baterias de carros
Pneus
Produtos eletroeletrônicos
Embalagens primárias, secundárias e terciárias de alimentos e bebidas, produtos de higiene pessoal, produtos de limpeza, bens de consumo duráveis
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Por enquanto é isso!
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Até breve.

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Projeto regula descarte de lixo

Responsabilidade compartilhada sobre resíduos é aspecto inovador do texto, aprovado ontem na Câmara.

Quinta-Feira, 11 de Março de 2010
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100311/not_imp522623,0.php

O projeto de lei que cria o marco regulatório sobre os resíduos sólidos foi aprovado no fim da noite de ontem pela Câmara dos Deputados, por acordo de líderes, sem a necessidade de votação nominal. A proposta, que agora segue para o Senado, cria o regime de responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos.

De forma encadeada, serão responsáveis pelo destino do lixo os fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, consumidores e os titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e manejo de resíduos. Essa é a parte considerada mais inovadora da lei, pois todos serão responsáveis pelo destino final do produto e pelo cuidado com a preservação do meio ambiente.

Se transformada em lei, a proposta deverá mudar radicalmente a forma de recolhimento de garrafas plásticas (PET), latinhas, vidros, papel de picolé e todo o tipo de embalagens. Evitará, assim, que embalagens continuem a ser jogadas nas ruas, causando sérios danos ao meio ambiente e até enchentes.

O governo e o setor empresarial poderão fazer acordos setoriais para estabelecer as formas de recolhimento das embalagens. A ideia é oferecer incentivos a quem utilizar as cooperativas de catadores de lixo.

O mesmo projeto de lei obriga os fabricantes e revendedores a recolherem os resíduos sólidos perigosos tanto à saúde quanto ao meio ambiente, como resíduos de agrotóxicos, pilhas de baterias, pneus, óleos lubrificantes, embalagens, lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista e produtos eletroeletrônicos e seus componentes.

Mesmo sem a obrigatoriedade estabelecida em lei, esses produtos já vinham sendo recolhidos, por determinação do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e decisão das próprias empresas.

O texto aprovado surgiu de consenso entre o Congresso, o governo, empresários e ambientalistas e tomou forma após 19 anos de idas e vindas. Foi apresentado em 1991 pelo então senador Francisco Rollemberg (SE). Tratava apenas de resíduos hospitalares. De lá para cá, foram acoplados outros 200 projetos. Em 2007, a então ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, enviou ao Congresso um projeto de lei que tratava dos resíduos sólidos. O presidente da Câmara na época, Arlindo Chinaglia (PT-SP), formou um grupo de trabalho que tratou do tema nos últimos três anos. Coube ao deputado Arnaldo Jardim (PSB-SP) fazer o texto consensual, depois de ouvir todos os setores envolvidos.

Para o presidente da entidade empresarial Compromisso para a Reciclagem (Cempre), Victor Bicca, o projeto em votação pela Câmara é um dos mais avançados do mundo. “Cria as condições para que o lixo deixe de ser jogado no meio ambiente com a responsabilidade compartilhada.” Segundo ele, mesmo sem um marco regulatório, o Brasil recicla hoje 97% das latinhas de alumínio e 56% das garrafas PET. É o primeiro do mundo na reciclagem das latinhas e o terceiro das PET.

O governo vetou parte do substitutivo de Jardim que obrigava o governo a financiar prioritariamente as empresas que fizessem a prevenção e redução da geração dos resíduos e desenvolvessem produtos com menor impacto à saúde.
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É isso aí. Parece que finalmente teremos uma legislação importante quanto ao descarte de lixo. Uma luz no fim do túnel, ou não?!

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Saiba mais sobre as garrafas PET

O Brasil está entre os maiores consumidores de garrafas pet do mundo. O material é resistente, barato e por isso ganha novos mercados a cada dia. O problema é que apenas uma pequena parte é reciclada, o que contribui para aumentar os riscos ao meio ambiente.
Confira mais nessa matéria veiculada pelo programa Momento Ambiental, realizado pelo Centro de Produção da Justiça Federal (CPJUS).

Por enquanto é só.
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Até a próxima.

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Animais marinhos sofrem com lixo no oceano

Essa é a sequência da matéria apresentada no Fantástico de 10/01/2010. Mostra a situação no fundo dos oceanos e como os pobres animais sofrem com a ação humana.

Aguardo comentários, sugestões de vídeos, matérias e artigos que possamos divulgar.
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